sábado, 30 de junho de 2012

Poetic Dreams

Que Há para Lá do Sonhar?

Céu baixo, grosso, cinzento
e uma luz vaga pelo ar
chama-me ao gosto de estar
reduzido ao fermento
...
do que em mim a levedar
é este estranho tormento
de me estar tudo a contento,
em todo o meu pensamento
ser pensar a dormitar.

Mas que há para lá do sonhar?

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Frases Marcantes

Os caminhos fáceis nem sempre são os melhores. Achamos que são, mas repare nas pessoas que respeita nesta vida e veja se não são geralmente as que se realizam no meio de dificuldades, as que sobreviveram e amadurecem com o sofrimentos. As que têm vida fácil não são lá grande coisa. São as outras, as que sobem às montanhas, levando a cabeça cheia de arranhões e com as canelas esfoladas, que vale a pena conhecermos.
Danielle Steel, Uma vez na vida

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O Jardim Encantado - Opinião



Autor: Sarah Addison Allen
Ano:2007
Editora: Quinta Essência
Número de Páginas: 267
Classificação: 5/6
Sinopse
Num jardim escondido por trás de uma tranquila casa na mais pequena das cidades, existe uma macieira e os rumores que circulam de que dá um tipo muito especial de fruto. Neste encantador romance, Sarah Addison Allen conta a história dessa árvore encantada e das extraordinárias pessoas que dela cuidam...
As mulheres da família Waverley são herdeiras de um legado mágico - o jardim familiar, famoso pela sua macieira, que produz frutos proféticos, e pelas suas flores comestíveis, imbuídas de poderes especiais que afectam quem quer que as coma.
Proprietária de uma empresa de catering, Claire Waverley prepara pratos com as suas plantas místicas - desde as chagas que ajudam a guardar segredos até às bocas-de-lobo destinadas a desencorajar intenções amorosas. Entretanto, a sua idosa prima Evanelle é conhecida por distribuir presentes inesperados cuja utilidade se torna mais tarde misteriosamente clara. São eles os últimos membros da família Waverley - com excepção da rebelde irmã de Claire, Sydney, que fugiu da cidade há muitos anos.
Quando Sydney regressa subitamente a Bascom com uma filha pequena, a tranquila vida de Claire sofre uma reviravolta, bem como a fronteira protectora que erigiu tão cuidadosamente em redor do seu coração. Juntas uma vez mais na casa onde cresceram, Sydney reflecte sobre tudo o que deixou para trás ao mesmo tempo que Claire se esforça por sarar as feridas do passado. E em pouco tempo as irmãs apercebem-se de que têm de lidar com o seu legado comum para viverem as alegrias do futuro que se anuncia.

As mulheres da família Waverley têm um segredo...
Para elas, é uma maldição; para os vizinhos é apenas algo estranho; nós chamamos-lhe magia...

Opinião
Magia, sensações, mistério, amor, paixão... Estes são os principais ingredientes de um romance fresco e com cheiro a Verão. É uma leitura agradável que nos vai mantendo agarrados ao mistério que vai sendo construído ao longo do livro.

Todo o mistério gira em torno de uma família de mulheres, as Waverley e o seu jardim cheio de plantas comestíveis mágicas usadas para diferentes efeitos. Deste jardim faz parte uma macieira que encerra em si diferentes mitos narrados pela população da aldeia. Todos estes mitos, todo este mistério e magia que foi criada em torno da família das Waverley faz com que as pessoas se afastem delas. Assim, Claire, para não sofrer, sempre fugiu do amor não estabelecendo laços afectivos com ninguém exterior à família. Contudo, um vizinho que não conhece as estórias dos habitantes da aldeia acerca desta família encanta-se por Claire e arrebata-lhe o coração.

Sydney e Claire são irmão e, ao longo do livro, vão acertando as agulhas do seu relacionamento. Um relacionamento que nem sempre foi pacífico, com muitos desentendimentos, como muitas palavras que ficaram por dizer, por muitos momentos que ficaram por viverem, por diferentes formas de aceitar os mitos que iam sendo criados em torno desta família.

Cada uma das senhoras pertencentes à família Waverley tem um dom, uma característica especial. Gosto principalmente da tia de Claire e Sydney que tinha de oferecer presentes às pessoas e que mais tarde lhes iriam ser úteis em alguma coisa.

Na minha opinião, é um livro extremamente sensorial. Era frequente, à medida que a autora mergulhava em belíssimas descrições pelo jardim, sentir o cheiro das floras e os aromas que preenchiam o ar assim como sentir a brisa do vento a passar por nós como se nos beijasse. Considero que este poder sensorial do livro é um dos grande pontos fortes. É igualmente positivo a construção e desenvolvimento das personagens e os movimentos que elas vão fazendo ao longo do desenrolar da narrativa. Por outro lado, acho que a autora deveria ter desenvolvido mais alguns aspectos, nomeadamente: a infância de Sydney e Claire, os romance de Claire, o casamento falhado de Sydney e o final das personagens. Acho que a melhoria destes pontos traria  mais colorido ao livro.

Este foi o meu primeiro contacto com Sarah Allen. Convenceu-me e espero ler, em breve novas narrativas desta autora.

Boas leituras
Silvana

domingo, 24 de junho de 2012

Selo 4

Mais uma vez, a Margarida do blog Pedaços de amor presentiou-me com este belo selo. Por isso, OBRIGADA MARGARIDA!
1. Descreve 5 traços teus - Organizada, persistente, calada, tímida, simpática. 

2. Preferes quente ou frio? Os dois dependendo da situação, por exemplo, gosto do frio do Inverno, mas adoro um chá bem quentinho.

3. O porquê da escolha do nome do teu blogue? Os livros são compostos por palavras. Cada palavra carrega um significado. Como eu gosto sempre de analisar o que está por detrás das palavras que leio, das palavras que me transmitem, porque estou sempre à procura do significado para além das palavras achei que este título seria o mais adequado aos objectivos que tracei para o blog.

 

4. Acreditas ainda no teu País? Não sei... Devia acreditar (dizem que há profecias que se auto-cumprem e que se não acreditarmos com muita força as coisas acontecem), mas a evolução das coisas levam-nos por caminhos minados e não sabemos quando é que isto tudo vai pelos ares.

5. O que mais detestas? Injustiças, infelizmente temos de aprender a lidar com elas. E em paralelo as desigualdades sociais, que muitas vezes são o resultado das injustiças.

Os 5 blogs premiados são:
  • O desafio da leitura
  • O labirinto dos livros
  • Palavras soltas
  • Palavras desfolhadas
  • Mil estrelas no colo

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Frases Marcantes

Tudo o que nos ocultam é, muitas vezes, mais destrutivo do que a própria verdade.
Torey Hayden, Filhos do Abandono


domingo, 17 de junho de 2012

Primavera

Magnífica música...
É daqueles músicas que preenche a nossa mente e nosso coração de recordações. Leva-nos numa viagem pelo tempo. Refresca as memórias passadas, faz-nos sonhar com um futuro num presente pautado pela esperança! Desfrutem!!!

Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci

Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti

E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei um paraíso assim

Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...

Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...

Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Frases Marcantes

Algumas pessoas não sabem como apaixonar-se, como por exemplo quando não sabemos nadar. A principio entram em pânico quando saltam para a água. Depois acabam por perceber o que fazer para se manter à tona.
Sarah Addison Allen, O jardim encantado

sábado, 9 de junho de 2012

Poetic Dreams

Amigo
Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra «amigo».

«Amigo» é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!

«Amigo» (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
«Amigo» é o contrário de inimigo!

«Amigo» é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada.

«Amigo» é a solidão derrotada!

«Amigo» é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
«Amigo» vai ser, é já uma grande festa!

Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Frases Marcantes

Sabias que ao contrário do que as pessoas dizem as lágrimas não são salgadas, mas sim doces. Por isso, não deves deixar que ninguém tas roube.
Liliana Lavado, Inverso

domingo, 3 de junho de 2012

Inverso - Opinião


Autor: Liliana Lavado
Número de páginas: 190
Classificação: 6/6

Sinopse
Numa pequena vila costeira do norte do país, um acidente do destino faz com que dois mundos se toquem.

Ivana, uma adolescente sonhadora com cabelos cor de fogo, está prestes a viver o seu amor de infância com Bernardo, quando uma figura de negro envolta em mistério entra na sua vida trazendo consigo a magia e pondo tudo em causa.

Gabriel é a figura de negro, e o seu amor por Ivana vai reacender uma guerra ideológica no seio de uma sociedade nómada que desde o século XVII tem vindo a evoluir à margem do resto do mundo: os Hekat.

A sua história será rodeada por um conjunto de personagens muito singulares, algumas coloridas outras sombrias, mas todas complexas, procurando influenciar os dias e as noites numa luta pelo desfecho final em que acreditam.

Opinião
Mais um desafio Beta, mais um livro cheio de magia, amor, romance que prende o leitor desde a primeira palavra. Já lá vãos uns meses desde que entrei nesta fantástica aventura dos leitores Beta e, cada vez mais, sinto que foi dos melhores desafios em que entrei.

Capa FANTÁSTICA! Estória ENCANTADORA, MÁGICA, MÍSTICA! Mais uma vez, os ingredientes necessários para um bom livro e uns bons momentos de leitura.
É uma estória de adolescentes. Uns que nos conquistam, outros que nos provocam alguma repulsa.

Aqui são apresentadas duas sociedades... A sociedade em que vivemos e que todos conhecemos, e a sociedade Hekat que a Liliana soube construir de uma forma muito bem elabora, cheia de fantásticas descrições. Dois jovens, cada um pertencente a cada um dos mundos, cruzam-se e o amor nasce de uma forma pura e cativante. Ao longo deste amor Ivana e Gabriel vivem momentos marcados pelo sentimento, pela dor da partida, pelas diferenças que caracterizam cada um e que os afasta e aproxima simultâneamente.

De todos os livros, este foi aquele que mais gostei. A magia que aqui é apresentada não revela um lado tão negro como nos livros anteriores. O que confere ao livro mais leveza e mais romantismo.

As personagens, maioritariamente adolescentes, sofrem transformações ao longo do desenrolar da narrativa. Gabriel foi a minha personagem preferida. Rapaz simples, sentimentalista, romântico tornam-no num miúdo boa-onda com quem é simples empatizar. Bernardo, pelo contrário, desde o início que não cativou a minha simpatia. Demasiado snobe e caprichoso, mostra-se incapaz de perceber as pessoas e os sentimentos dos outros. Para mim, transparece um miúdo caprichoso e pouco sensível.  Lia e Fernando proporcionam-nos os momentos mais divertidos do livro com diálogos repletos de humor. Lia numa posição mais racional e Fernando no seu estilo "conquistador" de miúdas.


Agora só falta o verdadeiro reconhecimento deste FURACÃO DE TALENTO QUE SE CHAMA LILIANA LAVADO. Espero que as editoras abram os olhos e permitam a todas as pessoas sentirem o papel deste livro, lerem estas fantásticas palavras que se organizam numa narrativa cativante e cheia de mistério... Criarem as imagens destes cenários habilmente descritos pela Liliana ao ponto de sentirem os cheiros! Ao ponto de serem invadidos por diferentes sensações... Enquanto lia o livro consegui sentir o cheiro a mar, o cheiro a algodão-doce e ouvir o barulho electrizante de uma feira de diversões, visualizar as cores fortes e vidas das tendas e roupas da sociedade Hekat...

Boas leituras

Opinião - Uma vez na vida

Autor: Danielle Steel
Ano:2008
Editora:
Número de Páginas:332
Classificação: 6/6

Sinopse
Após sofrer um acidente grave, a escritora Daphne Fields vê passar, como num filme, todos os acontecimentos que marcaram a sua vida. Os amores e as tragédias ensinam-lhe que só se ama uma vez na vida, mas que é uma vez para cada tipo de amor. Numa noite de Natal o marido Jeffrey e a filha Aymeé morrem num incêndio, e ela não sabia que estava grávida. O bebé, a quem dá o nome de Andrew, nasce surdo e, com mais esta tragédia, ela sofre ao tentar adaptá-lo ao mundo. Alguns anos depois, Daphne conhece John Fowler, por quem se apaixona e vive um período de intensa felicidade, até que um acidente o mata. Novamente sozinha ela tem a certeza de que nunca mais conseguirá amar novamente. Os seus livros alcançam um enorme sucesso e ela é convidada para fazer um guião do filme para uma das suas obras. Obrigada a ir a Los Angeles acompanhar as filmagens, acaba por se envolver com Justin, o actor principal. Mas o estilo de vida dele não há lugar para um relacionamento sério. Ao descobrir que é traída, Daphne termina a relação.
Uma pessoa esteve sempre ao seu lado: Matthew, director da escola de Andrew, amigo nos momentos difíceis. Aos poucos ela percebe que o ama, mas tem medo de amar e perder de novo, preferindo sufocar este sentimento.

Opinião
Confesso que quando li a sinopse deste livro, o primeiro pensamento que me ocorreu foi "Bem isto vai ser só tristeza.". Contudo, cada vez que viajava por uma capítulo a minha vontade de passar para o seguinte era enorme... São páginas e palavras que viciam o leitor. Somos facilmente empurrados para vida de Daphne e vemo-nos a acompanhar as suas conquistas e as suas derrotas com uma enorme vontade de que as coisas terminem da melhor forma possível.
Enquanto percorremos as entranhas da vida de Dapnhne, esta luta pela vida na cama de um hospital depois de um acidente aparatoso. A vida de Daphne é-nos apresentada de uma forma simples, mas ao mesmo tempo emocionante, repleta de acontecimentos, perdas, conquistas, relações que qualquer humano estabelece. A primeira perda de Daphne deixa graves marcas no seu coração, mesmo assim ela é obrigada a levantar-se e a lutar contra uma perda que a vai acompanhar para o resto da vida. A perda por um filho saudável. Andrew é o resultado do amor que a unia a Jeffrey. É a lembrança, a prova de que o romance e o amor que viveu com o marido existiu. Contudo, ele nasce surdo obrigando-a a lidar com um situação nova para ela, com o preconceito daqueles que a rodeiam, com um mundo que não estava preparado para receber o seu filho. Mas ela vai à luta consegue ultrapassar essa barreira. Em simultâneo, constrói muros muito sólidos em torno de si própria contra "predadores" de estórias dramáticas. Tudo com um único fim: proteger o filho.
Depois de Jeffrey, surgem outros homens na sua vida onde conhece outros contornos que o amor pode assumir, mas também a tristeza, a morte e a desilusão deixam a sua marca.

É um livro fascinante. Um livro que nos deixa presos às personagens, às suas vidas, aos seus sentimentos... Facilmente nos vemos envolvidos na vida de Dapnhe, na sua luta pela vida após o acidente. É uma leitura muito fácil, com bons diálogos. São muitas as desgraças e as perdas retratadas nestas páginas, mas acima de tudo e o mais importantes que elas deixam transparecer é a forma como as pessoas lidam com elas... Porque perdas, maiores ou menores, todos as temos. Agora, a forma como lidamos com elas é que pode ser diferente e, consequentemente, atirar-nos para caminhos diferentes.

Tive pena pelo final... Esperava mais acontecimentos por parte das personagens, mais movimentações. No fundo, depois de ler e passar por tantas entranhas da vida de Daphne esperava um final mais desenvolvido, com acontecimentos mais definidos. Acho que já é estilo da autora deixar o final para a imaginação do leitor. Talvez seja esta a uma das suas maneiras de tornar os livros especiais para o leitor.

Mais um bom livro de Danielle Steel que tanto oferece ao leitor momentos em as lágrimas aparecem brilhantes nos nossos olhos, como momentos em que somos incapazes de conter um sorriso que se forma nos nossos lábios.

Boas leituras

Selo 3

Eis que chega a hora de repor toda a verdade!! Às pessoas que tentaram descobrir as minhas mentiras chegou a hora de saberem se detectam bem as mentiras!

  1. Estudei música durante 5 anos. - Verdade. Desde o 5º até ao 9º ano de escolaridade, estudei música clássica. Houve coisas que gostei, outras que não gostei assim tanto. Era muito trabalhoso e exigia bastante de nós. Aprendi a tocar diferentes instrumentos: piano, xilofones, metalofones e alguns instrumentos de percussão.

  2. Fiz parte de uma tuna. - Mentira. Gosto muito de ouvir tunas, mas nunca participei em nenhuma. Não chegou a acontecer...

  3. Escrevo pequenas histórias para crianças. - Verdade. São um grande instrumento de trabalho para mim. Escrevo para as crianças que sigo em terapia e são baseadas nos problemas que elas apresentam e na sua verdadeira história de vida. Por esta razão é que nunca publiquei nenhuma no blog. Talvez um dia me dedica a escrever uma que possa publicar aqui e partilhar com vocês

  4. Fiz parte de um grupo de teatro. -Mentira. - Gosto muito de teatro e participei em pequena peças que fazíamos na escola e na catequese. Contudo, fui crescendo e comigo a timidez o que fez com que nunca mais participasse em nada semelhante.

  5. Troco, frequentemente, de telemóvel. - Mentira. - Não gosto muito de telemóveis e acho que enquanto eles funcionarem para aquilo que eu preciso não há necessidade de comprar um novo. Desde os 17 anos até agora com 24 anos só tive um único telemóvel.

  6. Adoro fazer longas caminhadas. - Verdade. - Adoro andar a pé pelos mais variados locais. Adoro sentir o cheiro das árvores e das flores... Adoro sentir a natureza que me rodeia. Por isso sempre gostei muito das imagens de paisagens. 

  7. Não gosto de praia. -Verdade. Não tenho muita paciência para passar um dia inteiro a "torrar" ao sol. Prefiro uma boa caminhada na montanha... Acho que o facto de viver longe da praia favorece este meu sentimento em relação a ela. Contudo, gosto muito de passear na areia e ir até à água, mas perco a paciência muito facilmente se tiver de lá passar muito tempo.