quinta-feira, 30 de abril de 2015

Palavras Memoráveis


Livro: Uma rapariga dos anos 20
Sophia Kinsela

Às vezes penso que éramos mais felizes se fôssemos como as sementes dos dentes-de-leão - sem família sem história, flutuando simplesmente pelo mundo, cada um no seu próprio tufosinho de penugem.  

A vida é como uma escada rolante. Transporta-nos e não se detém. E o melhor que se tem a fazer é apreciar as vistas e aproveitar todas as oportunidades, quando elas passam por si.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Palavras Memoráveis


Livro: O Beijo da Noite
Sherrilyn Kenyon

A vida é uma tapeçaria criada a partir das decisões que tomamos. 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Opinião | A felicidade de Kati


A Felicidade de Kati




Autora:
 Jane Vejjajiva
Ano: 2011
Número de páginas: 107 páginas
Classificação: 3 Estrelas
Editora: Editorial Presença
Sinopse: Aqui




Opinião
Adquiri este livro durante uma promoção da Editorial Presença. Fui conquistada pela capa e pelo título. Por isso, adicionei-o à encomenda e nem sequer reparei no número de páginas. Quando ele chega a casa fiquei um pouco desiludida ao ver que o livro era bastante pequeno. Não sei porquê, mas na minha cabeça imaginei-o maior.
Apesar de ser um livro com poucas páginas tem uma história bastante bonita. É contada de forma simples mas cheia de significado, emoções, amor e carinho.
Ao longo destas páginas vamos acompanhando Kati, na sua vida diária. Sendo ela tailandesa, também conseguimos aceder a aspectos que caracterizam esta cultura e que para nós são desconhecidos.
A escrita transparece sensibilidade, o que faz com que o leitor se sinta muito próximo da história e das personagens.
Quanto ao final, alguns aspectos foram os esperados, porém houve um que me surpreendeu. Foi um acontecimento que envolveu uma escolha de Kati e que eu não estava à espera. 
Vi no Goodreads que o livro faz parte de uma série. Infelizmente os outros não estão traduzidos para português e penso que para inglês também não. Digo infelizmente, porque fiquei com curiosidade de saber para onde evolui a história. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Palavras Memoráveis


Livro: Lições de Desejo
Madeleine Hunter

Os corações não pensam com clareza suficiente para tomar decisões. Entregam-se ao sentimento e não prevêem o futuro.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Opinião | A menina mais triste do mundo


A Menina Mais Triste do Mundo




Autora:
 Cathy Glass
Ano: 2010
Número de páginas: 291 páginas
Classificação: 4 Estrelas
Editora: Editorial Presença
Sinopse: Aqui




Opinião
Durante a Feira do Livro no Porto do ano passado, enquanto passeávamos pelas barraquinhas, cruzamo-nos com os livros de Cathy Glass. A Marta, do blog I only have, disse-me que seriam livros que eu iria gostar muito. Querida e simpática como ela é, enviou-me dois livros desta autora para eu eu ler. É claro que acertou em cheio, porque eu gostei muito do livro. Obrigada, Marta!

Este livro conta-nos a história de Donna e do seu percurso enquanto esteve com Cathy e os seus filhos como família de acolhimentos. Cathy é uma mãe como tantas outras e com uma vasta experiência como mãe de acolhimento temporário, mas Donna revelou-se um verdadeiro desafio para ela.
Todas as crianças são diferentes. E crianças que passam por experiências difíceis e cheias de "espinhos" evidenciam ainda mais diferenças e complexidades. Há crianças que externalizam a dor e o sofrimento de forma mais impulsiva, ou de uma forma mais ajustada às norma sociais. Outras porém, internalizam a sua dor e tornam-se verdadeiras "bombas-relógio",  como se pode ver pela Donna.

Esta criança fez-me recordar uma das coisas que o professor Eduardo Sá partilhou connosco numa aula: "se estiverem com duas crianças em que uma se mostra extremamente activa e faladora e outra que esteja muito sossegada e até sem se expressar. Preocupem-se com a crianças que está muito quieta e não com aquela que parte tudo."
É claro que cada caso é um caso e uma boa avaliação não se limita unicamente à observação do comportamento da criança. Este é apenas um indicador e que nos pode fornecer algumas informações importantes.

Donna internalizava muita da sua dor e como não conseguia expressar-se verbalmente, muitas vezes explodia de forma descontrolada e violenta. Cathy com toda a sua sabedoria e generosidade conseguiu com que Donna libertasse a sua dor de forma diferente.
Apesar de todas as feridas psicológicas que Donna apresentava, do meu ponto de vista ela era uma criança bastante resiliente, com capacidades que apenas estavam escondidas pelos maus tratos e pela rejeição e que facilmente foram aparecendo com a ajuda do amor e paciência de Cathy e da sua família.
No fundo, esta família de acolhimento fez diferença na vida de uma criança e acho que este sentimento é inexplicável. Para mim, isto é um verdadeiro acto de amor.

É inevitável não comparar esta autora com a Torey Hayden visto que as temáticas dos livros se aproximam. Apesar de só ter lido um livro da Cathy (em comparação com vários da Torey), posso dizer que gosto bastante, mas em comparação com a Torey acho que fica ligeiramente atrás. Contudo este aspecto está mais relacionado com aspectos pessoais. 
Torey é uma especialista, uma técnica que trabalha profissionalmente com as crianças, e a Cathy não. Como a Torey nos mostra o seu lado mais profissional eu fico sempre mais encantada porque dá para tirar ideias e aprender algumas técnicas de trabalho. É só por esta questão da aprendizagem profissional que gosto um bocadinho mais de ler os livros da Torey,

Recomendo este livro a quem goste de "viajar" pelo lado mais negro da infância, pois afigura-se como um bom "destino". 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Palavras Memoráveis


Livro: A filha do Capitão
José Rodrigues dos Santos

Na vida, concluiria um dia, todos têm direito a um grande amor. Uns achá-lo-iam num cruzamento perdido e com ele seguiriam até ao fim do caminho, teimoso e abnegado, até que a morte desfizesse o que a vida fizera. Outros estavam destinados a desconhecê-lo, a procurar sem o descobrirem, a cruzar-se num esquema sem jamais se olharem, a ignorar a sua perda até desaparecerem na neblina que pairava sobre o solitário trilho para onde a vida os conduzia. E havia ainda aqueles fadados para a tragédia, os amores que se encontravam e cedo percebiam que o encontro era afinal efémero, furtivo, um mero sopro na corrente do tempo, um cruel interlúdio antes da dolorosa separação, um beijo de despedida no caminho da solidão, a alma abalada pela sombria angústia de saberem que havia um outro percurso, uma outra existência, uma passagem alternativa que lhes fora sempre vedada.


(...) os melhores casamentos não são os que partem de uma paixão que depressa se extingue, mas aqueles cujo amor vai nascendo com o tempo e amadurecendo como o vinho.


Sabe tanto a religião como a ciência oferecem explicações para o mundo, mas o problema é que essas explicações competem entre si. Para que uma seja verdadeira, a outra tem de ser falsa. É por isso que a religião sempre fez tudo o que podia para desacreditar a ciência e é por isso que a ciência faz agora o mesmo à religião.

Encarando-a deste modo, o capitão começou a perceber que para amar uma pessoa é preciso admirá-la.

Sabe, meu capitão, descobriu que o mais duro não é fazer a guerra. O mais difícil é sobreviver a ela, é viver com ela depois de ter vivido nela.

 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Opinião | A cama da paixão (Guilty #3)


A Cama da Paixão



Autora: Laura Lee Guhrke
Ano: 2010
Número de páginas: 312 páginas
Classificação: 4 Estrelas
Editora: Livros d' Hoje
Sinopse: Aqui





Opinião
A cama da paixão é a minha estreia com a autora Laura Guhrke. Trouxe o livro da biblioteca mais por uma questão de curiosidade em conhecer a escrita da autora do que vontade de ler. A minha curiosidade advinha do facto de descobrir se esta autora apresentava semelhanças com Madeleine Hunter, uma vez que não nutro muito simpatia pelos livros da autora.

Após a leitura deste livro constato que gostei mais do estilo de escrita e de criação do enredo de Laura Guhrke do que de Madeleine Hunter. Enquanto que os livros de Madeleine Hunter passam uma visão submissa das mulheres, Laura Guhrke passa a visão de uma mulher corajosa e que não se rende facilmente aos encantos masculinos.
Gostei da forma como a autora apresentava os cenários, as circunstâncias em que os conflitos vão acontecendo e as personagens que compõem todo enredo. 

As personagens que ocupam o papel central do livro são bem construídas e facilmente conquistam os leitores.
Viola é a personagem principal feminina. Gostei muito da sua atitude lutadora, do seu bom coração e da sua capacidade ara lidar com um marido peculiar. Às vezes ela deveria ser mais dura com ele, mas ele era um sedutor nato.
E, assim, aparece John, um sedutor malicioso incapaz de resistir a um belo roçar de sais, porém só um entrou no seu coração, mas um pouco tarde de mais.
Viola e John têm momentos muito engraçados e é bom assistir ao nascimento de uma nova forma de amar entre eles. 
Pessoalmente, não consigo concordar com aquilo que John lhe fez enquanto esteve "separado" de Viola, mas consigo compreender e acho que a autora conseguiu dar-lhe uma tonalidade que permite que os leitores simpatizem com ele.

O final não foi, na sua totalidade, aquilo que eu esperava, ou seja, consegui ser surpreendida. Não sei é se seria capaz de fazer aquilo que a Viola fez pelo John sem um pouco de dramatismo à mistura.

A cama da paixão é uma leitura leve e agradável. Ideal para quando andamos com a cabeça cheia de preocupações e precisamos de aceder a outras realidades. Realidades mais leves e descontraídas, pinceladas com algum humor. 

terça-feira, 7 de abril de 2015

[Clube de Cinema] The young Victoria (Filme 3)



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The young Victoria foi o filme escolhido por mim e pelas minhas parceiras do clube para o mês de Março. 
Em Março assinala-se o dia Internacional da Mulher, por isso procuramos escolher um filme em que a personagem principal fosse uma mulher. E assim surgiu este filme. 


Este filme procura retratar a vida da rainha Victoria que reinou Inglaterra de 1937 até à sua morte (1901). Subiu ao trono muito jovem e com uma vida muito marcada pela influências da mãe e do seu secretário John. Foi uma infância muito protegida e que a limitou e prendeu a um mundo de regras e exigências. E, quando menos esperava vê-se no papel de rainha onde tem que lidar com as diferentes pressões que vão recaindo sobre ela. 

E com a subida ao trono, surge a necessidade de um casamento. Por estas alturas os casamentos eram praticamente todos combinados, mas a jovem Victoria consegui casar por amor. 

O filme, para além de nos mostrar a forma como Vitoria subiu ao trono e geriu os inícios do seu reinado, foca-se bastante no desenvolvimento desta bonita história de amor. 
Eu considero-a bonita pelas mais variadas razões, mas uma delas é o facto de entre eles se ter construído uma relação de companheirismo que me deixou muito encantada com tudo. 
Albert, pelo menos no filme, era dotado de uma linguagem muito carinhosa para com Victoria. Alguns dos diálogos eram de derreter os corações mais gélidos. Deixo aqui as frases que mais me enterneceram:

I had two very good reasons. First, I am replaceable and you are not. (...) Second, you're the only wife I've got or ever will have. You are my whole existence, and I will love you until my very last breath.

Albert: Then you had better master the rules of the game until you play it better than they can.
Victoria: You don't recommend I find a husband to play it for me?
Albert: I should find one to play it with you, not for you.

Albert: The park is marvelous.
Victoria: I'm so pleased you like it. I do want you to feel quite at home... I'm sure you're aware why I wished you to come here. Because it would make me happier than anything, too happy really, if you would agree to what I wish.
Albert: And stay with you?
Victoria: And stay with me.
Albert: And marry you?
Victoria: And marry me!


Estes foram os diálogos que mais gostei. O primeiro, já quase no final do filme, surge depois de Albert ter protegido a sua Victoria de um ataque e acabar alvejado (confesso que aqui pensei que ele ia mesmo morrendo). O segundo é furto de uma conversa durante um jogo de xadrez. E o último representa um dos pedidos de casamento mais engraçado que eu já assisti. 

Quero ainda destacar o papel do cão que acompanha Victoria. Para quem não sabe, eu sou uma defensora dos animais e uma eterna apaixonada por cães, principalmente estes de estatura mais pequena. E digo-vos fiquei apaixonada por esta personagens de quatro patas. É um animal enternecedor. 

Gostei das interpretação de todos os actores. Cada um deu o seu forte contributo ao bom desenvolvimento do filme, 
Um outro aspecto do filme que adorei foi a banda sonora. As músicas foram muito bem escolhidas e bem enquadradas ao longo das cenas. Como é música clássica poderá não ser do agrado de toda a gente, mas pelo menos do meu é. 

Aquilo que achei mais confuso no filme e que esteve menos explícito foi o enquadramento histórico-político, Eu tive dificuldades em compreender as divergências entre a rainha e o primeiro ministro, assim como em perceber o porquê de toda aquele descontentamento perante a rainha. Acho que faltou um maior detalhe histórico do conteúdo político que envolvia aquele cenário. 

Por tudo isto a minha classificação é:

sábado, 4 de abril de 2015

TAG | Cálculos Literários

Sim, já há muito tempo que não havia uma TAG por aqui. Mas hoje decidi redimir-me e trazer-vos uma TAG que relaciona matemática e livros. 
Eu não sou das pessoas que fugi à matemática, muito pelo contrário até era uma disciplina que eu gostava.
Retirei esta TAG do blog O Encanto das Histórias. 

Adição: Um livro que eu adicionaria factos

Amar em Francês

Amar em Francês de Ellen Sussman. Se a autora tivesse optado por nos dar a conhecer melhor a história com que o livro terminou, a história ficaria bem melhor.


Subtracção: Um livro que retirava factos


Ana Karenina
Ana Karenina de Leão Tolstoi. Há certas passagens no livro que o tornam aborrecido e que são secundárias tendo em conta a personagem em que o livro se baseia. 



Multiplicação: Um livro com personagens gémeos
Vidas Trocadas
Vidas Trocadas de Sandra Brown. Gostei bastante deste livro. A história desenrola-se em torno de um misterioso crime que envolve duas irmãs gémeas


DivisãoUma personagem que tem uma mente dividida/ dúvidas ao fazer escolhas


Em Parte Incerta

Em parte incerta de Gillian Flynn. Uma cabeça mais dividia do que a Amy ainda não encontrei. Ela é muito metódica e não tem dúvidas nas suas escolas. Porém a sua cabeça esta dividida em partes saudáveis e partes menos saudáveis. É uma das melhores personagens com quem já me cruzei. 


Raiz Quadrada: Um livro com um personagem que quer ser mais do que realmente é

A Filha do Capitão
A filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos. A Carolina sempre quis ser mais do que aquilo que ela é. E no fim, queria significar mais para o Afonso do que na realidade significava. 


Percentagem: Um livro que tinha tudo para ser bom e não foi
A Culpa é das Estrelas
A culpa é das estrelas de John Green. Um título sugestivo, uma temática interessante e o autor decide estragar tudo quando decide filosofar sem saber, quando tenta introduzir humor e as coisas soam estanhas, quando tenta dar uma tonalidade às personagens sem a conseguir passar na totalidade ao leitor.

Pi (3,14159...): um livro que não teve um final concreto

O Pacto
O pacto de Jodi Picoult. Aqui só um pequena parte do final é que não é concreta. Não posso especificar pois seria um grande spoiler.

Diferente: Um livro com um final inesperado
A Felicidade de Kati
A felicidade de Kati de Jane Vejjajiva. Não esperava que Kati tomasse aquela decisão em relação ao pai. 

Delta: Um livro com um triângulo amoroso

As Gotas de um Beijo
As gotas de um beijo de Carina Rosa. Um triângulo amoroso em que o elemento masculino me irritou um bocadinho. 

Igual: Dois livros parecidos
Cartas da Nossa PaixãoNas Asas do Amor

Cartas da nossa paixão de Karen Kingsbury e Nas asas do amor de Sarah Sundin. Estes livros são parecido num único elemento: o impacto da religiosidade no comportamento das personagens e no desenvolvimento da história. 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Palavras memoráveis


Livro: Amor à Primeira Vista
Catherine Anderson

Algumas das maiores histórias de amor não tinham um final feliz simplesmente porque não tinham fim. Continuavam para sempre, até à eternidade.

Temos duas escolhas quanto à forma como vivemos a vida, numa bolha segue onde, de qualquer modo, acabamos por morrer, ou agarrando-a com ambas as mãos apreciando cada segundo.

Só então me apercebi que existem muitas formas diferentes de morrer. Há mortes que não são de carne, mas do coração e da alma. 

Abril | Português no Feminino


Inicia-se mais um mês, e com ele a necessidade de cumprir mais uma etapa deste desafio. 
Há dois dias atrás a minha intenção era ler uma determinada autora. Porém, hoje fui à biblioteca e desencantei lá nas estantes um livro de uma autora portuguesa que nunca tinha lido.

A autora será Sónia Louro com o livro A verdadeira peregrinação. Parto para a leitura totalmente às escuras, pois nunca me cruzei nem com comentários, nem com outros livros da autora. 

Sónia Louro A Verdadeira Peregrinação
Sinopse
A casa de Guilherme Fonseca é assaltada depois do jovem encontrar uma misteriosa mensagem junto dos restos mortais do avô. A curiosidade em a decifrar transforma-se em urgência pois os assaltantes parecem querer algo mais: as caixas com apontamentos que o avô levou grande parte da vida a reunir. Depois de muito penar com cifras e números enigmáticos, Guilherme só tem uma certeza: as respostas estão num velho manuscrito encadernado a couro vermelho. Contendo tudo aquilo que Fernão Mendes Pinto, por medo da Inquisição, não colocou na Peregrinação, o manuscrito tem um nome revelador: A Verdadeira Peregrinação. Com a possibilidade de encontrar a mítica ilha do Ouro com todas as riquezas que Fernão Mendes Pinto descreveu, haverá algum tesouro maior para Guilherme almejar?

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Opinião | Rosa, minha irmã Rosa


Rosa, Minha Irmã Rosa




Autora: Alice Vieira
Ano: 2006
Número de páginas: 120 páginas
Classificação: 4 Estrelas
Editora: Editorial Caminho
Sinopse: Aqui




Opinião
Como expliquei quando apresentei a autora Portuguesa escolhida para o mês de Março, durante a minha infância/adolescência não tive muita oportunidade de ler. Por esta razão, muitos dos livros infato-juvenis ficaram por descobrir. Como considero que nunca é tarde, e que vou sempre a tempo no que toca às leituras, decidi eleger este para o desafio mensal Português no Feminino.

Rosa, minha irmã Rosa é um livro com uma história e uma escrita simples, mas muito rica em significado e interpretações. 
Mariana de 10 anos depara-se com a chegada de uma irmã e tem de aprender a viver num contexto que implica uma nova dinâmica familiar. Novas relações necessitam de ser estabelecidas o que influência nas relações pré-existentes. 
A história contada na perspectiva de uma criança é excelente, uma vez que aproxima a história do leitor, principalmente se este leitor tiver uma idade próxima da da personagem.

Gostei muito do livro e fiquei com vontade de ler outros livros da autora. Por acaso, hoje uma menina disse-me que a Mariana é uma personagem de outros livros da autora. Eu não sei se é, mas é algo que vou tentar saber.