quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Desafio]


Finalizada a leitura do livro "O aprendiz" de Tess Gerritsen chegou a altura de responder a mais um desafio da Denise. Foi com muito gosto que realizei este desafio. Quando li as instruções fiquei um pouco de pé atrás e com poucas ideias... Mas depois, foi só soltar a imaginação e aconteceu. Gostei muito! Tornou-se o meu segundo desafio preferido.


Prós e Contras
No desafio do primeiro livro desta série, pedi-te que imaginasses um almoço com a autora, em que pudesses colocar-lhe três questões.

Agora que deste seguimento à história da detetive Jane Rizzoli, desafio-te a imaginar que, após esse almoço, em que a autora simpatizou contigo, seguiram-se mais almoços onde pudeste conhecer um pouco melhor esta escritora. Por isso, ficaste surpreendida quando ela te convidou para uma reunião com o seu agente literário, dizendo-te que precisava do apoio de uma fervorosa fã.

Esta reunião será para discutir a publicação do próximo livro da série. O agente está descontente, sugeriu mudanças que colocam em risco o plano que a autora tem para as personagens e ameaçou mesmo não apoiar a publicação da restante série.

A autora sente-se injustiçada e a tua ajuda será preciosa para mostrar ao agente as vantagens da publicação. Para isso, prepara um conjunto de prós e contras que auxiliem o editor a mudar de ideias.


O facto de estar aqui presente nesta reunião revela o quanto eu valorizo e aprecio o trabalho da Tess. Ao fim de algumas conversas, ela achou que eu devia torna-me a sua revisora pessoal. Confesso que fiquei surpreendida com o convite, mas abracei-o com todo o profissionalismo. 

Esta obra em particular, “Corações roubados”, temos mais um conjunto de crimes muito bem estruturado. Aliás, e como já vem sendo hábito nas suas obras, a Tess consegue ser muito minuciosa nas suas descrições relacionados com a perícia médico-legal, assim como nos atos criminosos que vão preenchendo todas estas páginas. 

Neste livro em particular, e como vocês puderam constatar com a vossa leitura, estamos perante alguém que gosta de roubar os corações das vítimas que envenena e deixá-los à porta de um lugar muito particular: Uma agência matrimonial. 

Digam lá se não é de ficar surpreendido com o desenlace de todos os acontecimento e quando nos cruzamos com a verdade dos factos? Não foram apanhados de surpresa, não se questionaram acerca da genialidade da Tess em criar todo aquele contexto e todas aquelas motivações? 

“Corações roubados” surpreende a cada página, conquista-nos a cada palavra, gela-nos a pele, os ossos, os sentidos a cada coração roubado, a cada gota de sangue que mancha as mãos de alguém magoado. 

Reconsiderem a vossa decisão e vamos lá publicar o livro. O mundo não pode ficar privado do talento da Tess.

Palavras Memoráveis


Por vezes... por vezes há razões para os nossos medos que não sabemos bem explicar. Às vezes é só uma coisa que sentimos cá dentro, alguma coisa que sabemos que é verdade, mas que parecia ridícula a qualquer pessoa. 
Peripécias do coração, Julia Quinn

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Opinião + Divulgação | "Sonhos Malditos" de Carina Rosa

Sonhos malditos

Classificação: 4 estrelas
Disponível, gratuitamente, aqui

Sonhos Malditos é o conto mais recente escrito pela autora Carina Rosa. Neste conto, podemos ver que a Carina também se pode reinventar, viajando por outros géneros acabando por sair da sua zona de conforto e da sua área de interesse literário. Ao longo destas páginas somos convidados a entrar no mundo paranormal através do olhar e da vida de Teresa. Com a Teresa vamos descobrir o poder dos sentidos e entrar num mundo paralelo que nos vai surpreendo com o desenrolar dos acontecimento. 
Para dar o seu toque mais pessoal, a autora traz-nos um pequeno toque de drama. Este toque vem na pele de Henrique e que é transformado pelo olhar de Teresa, 

E assim temos as duas personagens que dão corpo a esta história. Teresa e Henrique são duas personagem bem caracterizadas, completas e coesas. Ao jeito dão um toque diferente à narrativa e vão estimulando a curiosidade do leitor. Vemos envolvidos num entrelaçar de acontecimentos estranhos que culminam num final bastante surpreendente e interessante. Acho que é um final para que o leitor possa dar asas à sua imaginação e tirar as suas próprias conclusões. Eu diverti-me bastante a ler o final. 

Para mim é mais complicado dar um opinião de uma leitura beta, mais complicado ainda quando esse trabalho é da Carina. Passei a acompanhar muito de perto o trabalho dela e é rara vez que leio o conto/livro apenas uma vez. No fundo, ela envolve-me no processo de construção do seu trabalho e isso faz com que se desenvolvam laços mais emocionais e afetivos. Apesar disso sou sempre sincera com ela, que goste ou não do seu trabalho. Mas há certas coisas às quais não posso apontar o dedo, passo a nomear:
  • A capacidade de trabalho e de luta: procura sempre melhorar e é muito atenta a todas as sugestões que lhe faço. Nem que tenhamos que as discutir.
  • A notória evolução no processo de escrita: personagens, enredos, construção de diálogos, organização da narrativa... São aspetos que foram crescendo e se desenvolvendo ao longo do seu trabalho. Do que tenho acompanhado posso dizer que ela cresceu imenso enquanto escritora.
  • Preocupação com os leitores: uma das grandes preocupações dela é saber se o trabalho dela chega aos leitores e se eles o apreciam. 
Pode ter-me escapado mais alguma coisa... Mas penso que são condições interessantes para que os leitores apostem nela. Podem gostar mais de um trabalho, menos de outro. Ela tem o seu estilo que pode ser mais ou menos agradável consoante o gosto dos leitores... Mas é importante que nós sejamos capazes de lhe dar oportunidade e de conhecer o seu trabalho.

Sonho Malditos é um conto capaz de agradar aos que nutrem um amor pelo paranormal, mas ao mesmo tempo gostam de ver ali um despontar romântico. Para quem não dispensa drama, aqui pode encontrá-lo na sua forma q.b e misturado com acontecimentos místicos que fogem à nossa racionalidade. No fundo, penso que encontramos aqui muitos e variados ingredientes que podem fazer a delícia de muitos leitores. 

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Os motivos]


Assim que termino a leitura do livro que me é enviado pela Denise, tenho logo que enviar a minha escolha para ela. É um projeto viciante. Estamos sempre a surpreender e a ser surpreendidas e isso é muito agradável.

Desta vez, o livro eleito foi:
Um Crime no Expresso do Oriente

Um crime no expresso do oriente
Agatha Christie

Motivos:
  • Era o livro que me cabia no envelope: é verdade, o envelope estava cheio e precisa de escolher um livro que não fosse muito grande.
  • Andei a pesquisar no blog e no goodreads da Denise e verifiquei que era um autora que ela queria conhecer mais.
  • É um livro que encaixa nos desafios literários aos quais a Denise se propôs ao longo deste ano. 

Não se esqueçam de ir conhecer a reação da Denise a este livro.  

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Por detrás da Tela | Dupla Identidade


Classificação: 5 estrelas

Dupla Identidade foi uma série que passou nos últimos meses, ao sábado à noite, na SIC. Desde o seu início que fiquei presa à história desde o início.

Não vos quero desvendar muito porque podem sempre ver os episódios no youtube, mas posso-vos dizer que ao longo dos treze episódios somos convidados a entrar na mente de um serial killer. 
Edu é o nosso psicopata e desde o princípio da série que sabemos quem é ele, aquilo que nos vai surpreendendo ao longo de cada episódio é o que ele é capaz de fazer para saciar a sua sede de morte. Também é muito interessante assistir a toda a investigação criminal que se vai desenrolando. Está muito bem delineada e caracterizada e não deixa de nos dar um cheirinho de que forma o poder pode condicionar as investigações policiais.  

Quanto ao nosso psicopata, a sua construção foi baseada em factos verídicos. Juntando a essa pesquisa temos um ator com um desempenho fenomenal. A expressão facial, o olhar que ele direcionada, as suas atitudes, o seu comportamento perante tudo aquilo que o rodeia e a sua personalidade são tudo elementos pensados ao milímetro e que conferem a tudo um toque de malvadez e de realizada. Simplesmente brutal!

Como se não bastasse de psicopatologia, os autores ainda nos oferecem outra personagem psicologicamente muito rica. Ray é uma mulher com baixa auto-estima e com um Perturbação Borderline da Personalidade. É uma pessoa instável nos afetos e nos relacionamentos, age muitas vezes por impulso e é incapaz de ver a realidade que se desenha a sua frente. Uma personagem odiável, mas muito importante para a dinâmica da série. No fim, ela é a responsável pelo grande final em aberto e aquela que deixa a possibilidade da existência de uma segunda temporada. (Que eu espero, sinceramente, que aconteça). 

Depois temos a equipa da policia. Gostei da forma como são descritas as perícias policiais, bem como do trabalho da Vera e do Dias. A Vera é a psicóloga criminal que se dedica a estabelecer um perfil do homem que procuram. É inteligente, astuta e muito bem caracterizada... Dias é um detetive mais melindroso. Gosto de agradar a todos, mas vai crescendo ao longo da série e a ganhar outro tipo de coragem. Do meu ponto de vista, tem de agradecer o seu crescimento à Vera. 

O final... Bem, deixou muito a desejar. Pessoalmente, e depois de andar deliciada a cada episódio de sábado à noite, fiquei bastante desiludida. Tudo se desenrolou demasiado rápido, faltou o carácter minucioso que tinha estado presente ao longo dos diferentes episódios. No fundo, senti-me extremamente frustrada com aqueles imagens finais.  

Apesar de ainda não ter feito as pazes com o final, recomendo esta série a todas as pessoas que gostam de uma série policial. Está muito bem construída e facilmente nos vemos dependentes dela, porque a curiosidade e o mistério vai-se adensando com o desenrolar dos acontecimentos.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

TAG | Perguntas Literárias


1. Qual a capa mais bonita da tua estante?
Jardim de Alfazema (Edilean, #1)
Todas as capas dos livros que compõem esta série são maravilhosas. Como é difícil escolher, vou logo para a primeira.

2. Se pudesses trazer uma personagem para a realidade, qual seria?
Complicado... porque são muitas. Assim de repente lembrei-me do Greg do livro Amor e Chocolate de Dorothy Koomson. Ele é divertido e amoroso.

3. Se pudesses entrevistar um autor(a), qual seria?
Jodi Picoult. Gostaria de saber como é que ela se prepara para escrever os seus livros, uma vez que eles têm sempre dilemas de nos fazer pensar.

4. Um livro que não lerás de novo? Porquê?
Harry Potter e a Pedra Filosofal. Simplesmente porque não gostei do livro e não me cativa.

5. Uma história confusa?

O último livro

6. Um casal?
Eve e Roarke.

7. Dois vilões (pode ser tanto 2 vilões que gostes como 2 vilões que não gostes).

Vou indicar dois vilões que eu gosto: O cirurgião do livro com o mesmo nome e do livro O Aprendiz de Tess Gerritsen; e a Amy do livro Em parte incerta de Gillian Flynn.

8. Uma personagem que matarias (ou tiravas do livro)?
D. Isilda do livro A Filha do Capitão de José Rodrigues dos Santos. Por conta dela, Afonso vê a sua vida inteiramente manipulada.

9. Se pudesses viver num livro, qual seria?
A Filha da Floresta  (Trilogia de Sevenwaters, #1)

10. Qual o teu maior livro e o mais pequeno (em termos de páginas)?
O maior:
Ana Karenina
720 páginas

O mais pequeno:
A estrela
29 páginas

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Palavras Memoráveis


O filme corre, tal como a vida corre, as pessoas tomam atitudes, nós observamo-las e em qualquer altura, sem avisar, sem que nada esteja resolvido, ou explicado, ou concluído, o realizador decide muito simplesmente - acabar.

David Lodge, A Troca

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Opinião | "Rapto na noite de Natal" de Mary Higgins Clark

Rapto Na Noite de Natal
Classificação: 2 estrelas

Rapto na noite de natal marca a minha estreia com a autora Mary Higgins Clark. Foi uma leitora muito inferior àquilo que esperava da autora. Já me tinham falado muito bem dos livros dela, por isso estava à espera de encontrar algo mais aliciante.

A história está muito bem estruturada, porém é uma história pobre em acontecimentos, adrenalina e interações entre as personagens. Falta o fator supense que os policiais nos conseguem oferecer. 
Começo a achar que estou a ficar bastante exigente com os policiais. Adoro lê-los, mas eles precisam de ser suficiente coesos e cativantes para me conquistaram. Este não conquistou porque é demasiado superficial...  Quase que parece um conto, com uma diferença de ter mais páginas. 

É uma leitura relativamente rápida, em grandes emoções mas que serve o propósito de entreter o leitor enquanto está debruçado sobre os acontecimentos que preenchem estas páginas. 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Top Ten Tuesday | Capas que mereciam ser emolduradas

Esta semana decidi recuperar o tema do passado dia 6 de Abril de 2014. Não me interessou fazer aquele que estava definido no site para hoje, por isso preferi pegar num tópico antigo que ainda não tinha respondido.

Aqui ficam as minhas capas:

Noite de Reis

Dias de Ouro (Edilean, #2)


A Culpa é das Estrelas




Lição de Tango

O Véu Pintado

O Feitiço da Lua




sábado, 13 de fevereiro de 2016

TAG | Um amor de tag

Amanhã é o dia dos namorados e então decidi responder a uma TAG à altura da data. Peço desculpa à autora da TAG por não a referenciar aqui, mas não apontei o nome do/a autor/a. 

"Be my Valentine"1) Qual é o teu título romântico preferido?
Amor em lume brando de Anna Casanovas
Amor em lume brando (Irmãos Martí, #2)

É um título engraçado e que, em certa medida, retrata o amor entre Emma e Guillermo. 

"Roses are red/ violets are blue / I like books/ more than I like you"
2) Partilha uma citação ou uma parte de um livro que te fez suspirar.
O Nó do Amor
- O que é isso?
- Uma pomada para curar a minha ferida.
- Onde a foste buscar? - Henrique cheirou a mistura verde agradavelmente perfumada e tirou um pouco para esfregar entre os dedos.
- A uma amiga... uma curandeira.
- Eu nunca conheci uma curandeira. - Uma esperançosa curiosidade entrou nos olhos do rapaz. - Ela vive aqui perto?
Oliver abanou a cabeça.
- Só no meu coração - disse ele. 

"Foi amor à primeira vista..."
3) Uma capa que te deixou apaixonada(o).
Jogo de Mãos

"I SHIP YOU!"
4) Qual é o teu casal preferido (ou para os nerds... o teu OTP preferido)?
Amor e Chocolate

Amber e Greg! Só eles conseguem juntar amor, diversão e carinho em doses muito equilibradas.

"Team what?"
5) Qual é o teu triângulo amoroso preferido ou o mais detestável?
As Gotas de um Beijo

Neste caso, é o triângulo amoroso mais detestável. Do meu ponto de vista as relações entre David, Laura e Diana não funcionaram muito bem.

"F#ck the distance. Be here."
6) Às vezes, os autores gostam de separar os casais, o que vale é que de uma maneira ou de outra, eles voltam a juntar-se. Qual foi para ti a melhor separação / reencontro?
Alexander (The Bronze Horseman #2.5 )

O reencontro entre Alexander e Tatiana ficou e ficará para sempre guardado no meu coração. É daqueles encontros que ansiamos até ao último momento, e quando ele acontece é uma explosão de emoções em volta da nossa cabeça.

"Eu gosto de ti. Quase todos os dias."
7) Até agora, qual foi a melhor declaração de amor que leste?

A Primeira Noite

- Não te preocupes, Martyn, não tenho nenhum trabalho em vista, além de também já quase não ter dinheiro no banco, mas há já algum tempo que acordo ao lado da mulher que amo, uma mulher que me surpreende, me faz rir, me abana e me apaixona, uma mulher cujo entusiasmo me fascina ao longo do dia, uma mulher que quando se despe à noite me faz terrivelmente… como hei-de dizer?... Me comove; como vês, não posso lamentar-me e, não querendo estar a gabar-me, digo-te sinceramente que nunca estive tão feliz em todo a minha vida.
- Fico muito contente por saber isso, Adrian. Sou teu amigo, sinto-me culpado por ter cedido às pressões e ter cortado o contacto contigo. Mas compreende-me, não posso dar-me ao luxo de perder o emprego, não tenho ninguém a meu lado à noite, tenho apenas a paixão pelo meu trabalho para me fazer companhia na minha vida.
(…)
Tinha acabado de desligar depois de uma conversa que me deixara nas nuvens, quando uma voz me fez dar um salto no meio da rua.
-Pensas mesmo isso tudo de mim?
Voltei-me e vi Keira; tinha vestido novamente um pulôver meu e estava com o meu casaco comprido pelos ombros. 

"Seduce me with your weirdness."
8) Amor à primeira vista ou "enemies-to-lovers"?
É uma pergunta difícil porque tudo depende de como o autor dá corpo ao desenvolvimento do amor. 
Vou escolher um amor à primeira vista que transmitia sentimento, amor, carinho, esperança e diversão.
Amor à Primeira Vista (Kendrick/Coulter/Harrigan, #2)

E assim ficamos a conhecer Ryan e Bethany.

"Shut up and kiss me."
9) Se há coisa por que mais ansiamos num romance, é a cena do primeiro beijo. Qual é a tua cena de beijo preferida?

Não me lembro se era o primeiro beijo, mas a frase marcou-me:

Era assim que devia ser um beijo, como se entregássemos a nossa alma a outra pessoa e ela nos jurasse com os lábios que ia tomar conta dela.

Anna Casanovas, Amor em Lume Brando

"O problema não és tu, sou eu..."
10) O casal mais chato.
A Troca

Neste livro são retratadas as vivências de dois casais... Mas a forma como estes casais interagem é muito aborrecida... Só aquece quando umas certas trocas acontecem.

"Tragam a caixa de chocolates."
11) O pior desgosto que tiveste.
Sonhos Proibidos (Belle #1)
A Belle não ter vivido um romance com Ettiene...

"Estás sempre no meu pensamento..."
12) A melhor história de amor até agora?
São várias as histórias de amor que ficam no nosso pensamento, mas tenho de me repetir: Tatiana e Alexander da série O cavaleiro de bronze são intemporais e inesquecíveis.  

"Now I want you to come upstairs with me, and get in my bed."
13) Diz-nos, qual é o teu romance ou cena erótica preferida?
Peripécias do Coração (Bridgertons, #2)
Tenho vário romances preferidos... Vou escolher este porque o Anthony soube valorizar a inteligência de uma mulher e eu acho isso muito bonito.

"You're my new dream..."
14) O próximo romance que queres ler.
Viver Depois de Ti

Não será o próximo que irei ler, porque ainda não tenho o livro, mas é aquele que, neste momento, anda a roubar as minhas atenções.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Palavras Memoráveis


Caminhamos sozinhos por este mundo mas, se tivermos sorte, temos um momento para pertencermos a qualquer coisa, a alguém, que nos sustenta ao longo de toda uma vida de solidão.
Paullina Simons, Alexander

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Opinião | "Noite de Reis" de Trisha Ashley

Noite de Reis
Classificação: 2 estrelas
Contém Spoilers

Foi com uma grande expetativa que parti para a leitura deste livro. Uma capa bonita, uma autora que reúne um conjunto de opiniões positiva e um livro que andava debaixo do meu olho há já algum tempo. Esta grande expetativa foi caindo a pique à media que ia lendo as primeiras páginas desta história. 

Em Noite de Reis deparamo-nos com uma narrativa muito lenta e pouco criativa. No fundo, o que senti foi uma grande ausência de elementos que cativem o leitor, assim como a ausência de conflitos consistentes e apelativos que me fizessem permanecer agarrada ao livro e às personagens. 
Grande parte dos momentos iniciais deste livro consistem na descrição de coisas banais e muitos, muitos, muitos momentos na cozinha. Já começava a ficar farta dos momentos em que Holy estava a cozinhar, assim como estava extremamente indignada com o comportamento das personagens secundárias que simplesmente impõem a sua presença a Holly de uma forma ligeiramente discreta, mas que a impedem de a recusar.

É um livro onde as incongruências aparecem, bem como algumas gralhas em termo de escrita. Isto revela um fraco trabalho de revisão. Relativamente às incongruências passo a citar um exemplo:
  • Como é que a amiga da Holly sabia da existência do George na altura em que embrulhou o presente de Natal para a Holly? É assim, Holly foi para a casa de Jude antes do Natal e despediu-se da amiga antes de partir em viagem. Deduzi, por aquilo que foi sendo descrito que a amiga de Holly lhe entregou a prenda na altura em que se despediram para que ela pudesse abrir na noite de Natal. Ora nessa altura, ainda não existia George e Holly estava longe de saber quem é que seriam as pessoas com quem iria falar durante a sua estadia na casa de Jude. No tempo em que estiveram separadas, não houve qualquer referência  a um envio da prenda pelo correio, bem como parecia impossível dadas as condições meteorológicas que impediam a deslocação das pessoas.
A chegada de Jude aqueceu um pouco as coisas e deu uma nova cor à história. Porém, foi parcamente explorado pela autora. Pareceu-me tudo muito superficial e apressado o que torna o final do livro um pouco forçado. 


Penso que houve uma falta de exploração das emoções das personagens. É verdade que considero que a autora não primou pela boa caracterização das personagens nem lhes ofereceu a dimensão suficiente para as tornar reais aos olhos dos leitores. 
Um ponto que para mim me deixou muito desiludida foi quando Jude descobre que Holly é neta de um tio dele. Aliás toda a evolução da história do passado que vai aparecendo em paralelo com a história presente é muito mal aproveita e não gera nas personagens o tipo de conflito que o tornaria interessante. 
"Ok.... És neta de um tio meu... Tudo bem... 'Bora lá ver os cavalos"... Esta é a sensação com que fiquei ao ler este desenrolar dos acontecimentos, quando Jude confronta Holly com a sua história passada. 

Para mim foi desgastante terminar este livro. Só não lhe dou uma estrela, porque a partir do momento em que aparece Jude as coisas melhoram o suficiente para que o livro se torne numa leitura satisfatória.
Na minha opinião, o livro sairia favorecido se a parte inicial fosse mais resumida, se autora apostasse na exploração dos sentimentos e personalidade das personagens e se nos mostrasse um ligação entre a história do passado e do presente de um forma mais consistente e realista. 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Por detrás da tela | Dei-te o melhor de mim

 Classificação: 3 estrelas

Li o livro Dei-te o melhor de mim em 2012. Não foi uma leitura entusiasmante. Talvez por essa altura eu já começasse a denunciar algum cansaço com os livros de Nicholas Sparks. Este foi um dos primeiros autores com romances para adultos que comecei a ler. Fiquei logo agarrada às histórias dele e cada livro que lia era apenas uma porta de entusiasmo para o seguinte. Contudo, o meu crescimento no mundo literário e a descoberta de novos autores do universo mais adulto conduziram a alguma saturação com as histórias deste escritor.

Porém, sempre que o livro fica lido gosto sempre de ver o filme, por isso este já estava na minha lista de espera há algum tempo. 
Foi o primeiro filme de 2016 e gostei, porém tal como aconteceu com o livro, esteve longe de me arrebatar. 

Ao longo do filme, aquilo que senti foi que não existia grande ligação entre o casal mais velho. Enquanto que entre os mais jovens conseguiram passar sentimentos e a existência de uma ligação especial entre eles. Quando a história se foca no presente e eles surgem adultos, penso que eles não conseguiram passar a mensagem de que o amor deles resistiu à passagem do tempo. Senti que a personagem feminina foi mais fraca do o personagem masculino. O ator masculino tinha uma maior expressividade e era mais emotivo. A atriz faltava-lhe ali qualquer coisa que a tornasse apelativa e credível.

É um filme que entretém e nos faz viajar por uma história de amor muito ao estilo daquilo que filmes inspirados nos livros do Nicholas Sparks já nos habituaram.


sábado, 6 de fevereiro de 2016

TAG | Marcadores de Livros


Já por diversas vezes me cruzei com esta TAG quer na blogoesfera quem no booktube. Eu adoro marcadores e guardo-os com muito carinho.
Tenho um total de 111 marcadores, mas é claro que é um número com tendência para aumentar. 
Aqui ficam as minhas respostas.

1. Costumas colecionar marcadores?
Não me posso considerar uma colecionadora. Não faço trocas, nem ando por aí a comprar. Gosto de os guardar, gosto de usá-los nas minhas leituras, mas não faço trinta por uma linha para conseguir marcadores.

2. Costumas usar marcadores, outra coisa para marcar a página ou dobras a página?
Normalmente uso sempre um marcador. Se não tiver à mão nenhum, vai o que conseguir encontrar, o que pode ser um bilhete do autocarro, um talão de compra, um post-it, um pedaço de papel... Quanto a dobrar páginas é algo que não tenho muito hábito de fazer.
Atualmente uso este:




3. Um marcador com animais...

Estes marcadores foram-me todos enviados pela Denise do blog Quando se abre um livro. O marcador que aparece primeiro foi uma prendinha que a Denise me trouxe da sua viagem à Inglaterra. 

4. Um marcador com uma flor. 

Penso que tenho mais marcadores onde as flores são um elemento principal. Eu adoro flores e plantas e nos três marcadores que estão ao centro tem uma das minhas preferidas: alfazema. 

5. Um marcador de uma livraria



Era hábito, no meus tempos de estudante em Coimbra,  fazer uma "viagem" pelas livrarias da baixa e aproveitar para trazer os marcadores. Logo na primeira imagem temos um da Almedina alusivo ao Natal, e o segundo é da Bertrand que saiu por alturas do dia da mãe. 
Na segunda imagem temos apenas marcadores da Bertrand, todos eles alusivos ao Natal.
Na altura imagem temos um dos últimos marcadores que trouxe de Coimbra. Em meados do ano passado, quando lá estive a passar um dias passei pela note e juntamente com uma compra veio este maravilhoso marcador, com uma imagem alusiva à cidade de Coimbra. Este é um marcador para guardar.

6. Um marcador oferecido
Tenho vários marcadores oferecidos, porém escolhi aqueles que me foram oferecidos por pessoas especiais. Os primeiros três são de íman e vieram diretamente do Canadá, onde está a minha melhor amiga. Os seguintes foram-me oferecidos pelas pessoas que mais gosto aqui na blogoesfera e que, por muita pena minha, ainda não conheço pessoalmente. 

7. Um marcador que virou filme

8. Marcador com personalidades importantes 


As duas primeiras imagens são o mesmo marcador (frente e verso). As personalidades que aparecem são escritores.
A última imagem são de personalidades ligadas à ciência e que me foi oferecido há dez anos numa visita de estudo à Universidade do Minho. 

9. Um marcador feio
Este é o marcador mais feinho e mais sem graça que tenho. Recebi-o quando entrei no ensino superior.

10. Um marcador bonito

Esta categoria foi muito difícil. São muitos aqueles que eu considero bonitos. Lá me contive e escolhi estes três.

11. Um marcador feito por mim

Aqui aplica-se bem o provérbio "Em casa de ferreiro, espeto de pau". Eu faço muitos marcadores, mas quase todos são para oferecer. Este é o único que sobrevive aqui por casa. Foi uma experiência que tentei fazer e não correu muito bem... Acabou por fazer companhia aos outros.