quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Palavras Memoráveis


Por mais que tentamos ignorá-la, a morte arranja forma de se fazer notar. Entranha-se nos nossos sentimentos como a humanidade na parede de uma cave.
John Verdon, Pensa num número

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Opinião | "Verdade Escondida" de Mary Kubica

Verdade Escondida

Classificação: 3 Estrelas

Verdade Escondida marca a minha estreia com a autora Mary Kubica. Não foi uma estreia arrebatadora, porém conseguiu alimentar a minha curiosidade em relação a outras obras da autora. 

O livro traz-nos uma estória complexa com personagens que vão oferecendo intriga e suspense. Ao longo de toda a leitura sabemos que existem muitas pontas soltas que precisam de ser encaixados o que contribui para o levantamento de diferentes possibilidades de resolução de conflitos.

As personagens principais são, na sua maioria, interessantes. Contudo, acho que todas têm o seu quê de anormal o que torna todo o enredo demasiado esquisito. Por exemplo, a Quinn, que poderá parecer normal aos olhos de muitos leitores, é uma rapariga que aparenta algumas falhas emocionais, e que passam de forma bastante concreta (a forma como ela idolatra a Esther, sua companheira de casa, é um pouco asfixiante); ou o Ben, um homem muito ambivalente em relação aos sentimentos que tem pela sua namorada e na amizade que vai mantendo com a Quinn). 

Considero que a narrativa tem um início demasiado lento. Por vezes, sentia-me a ser arrastada ao longo de algumas descrições que não contribuíam muito para a minha assimilação da estória. 
Um aspeto que eu acho que iria valorizar muito o livro era, no final, a inclusão de um capítulo a contar e a descrever melhor a estória passada que acaba por se atravessar no presente das personagens. Dado que o livro vai sendo narrado na primeira pessoa, alternando entre Alex e Quinn, este capítulo adicional poderia ser narrado por uma das personagens a quem a verdade escondida pertence. Penso que até criaria uma dinâmica nova e interessante em toda a estória.
Esta reflexão vem reforçar a minha impressão de que nem tudo ficou explicado e que houve umas coisinhas que ficaram sem resposta.

Tenho mais um livro da autora na estante para ler e confessor que estou com alguma curiosidade para conhecer mais trabalhos da autora. 

Nota: Um agradecimento especial para a editora Topseller que, muito gentilmente, cedeu um exemplar para leitura e opinião sincera aqui no blog.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Top Ten Tuesday | Livros para ler no Outono de 2016


Entramos no Outono e o site The Broke and the Bookish convida-nos a eleger a nossa lista de livros para ler nesta estação que agora acabou de iniciar. Mas, antes de vos dar a nova lista, vamos ver como estão listas passadas e em particular a lista da estação que agora terminou, o Verão. 

Relativamente às listas que tenho pendentes (podem ver aqui) só se verificaram alterações nas da Primavera e Outono do ano passado e na Primavera deste ano. 

Quanto à lista do Verão deste ano posso dizer que correu maravilhosamente bem. Dos dez livro eleitos li nove, ou seja, por um livro não completei a lista. O único livro que não li foi o Morte Súbita de J. K. Rowling. Acabei por não sentir vontade de o ler e não o trouxe da biblioteca.

E agora aqui ficam os livros que quero ler na estação que acaba de iniciar.

1. Os muitos nomes do amor  (Dorothy Koomson)
2. Rebeldes (Anna Godbersen)
3. Agora és minha (Mary Higgins Clark)

Rebeldes (Princesas de Nova Iorque, #1)Agora És Minha

4. Caçadores de cabeças (Jo Nesbø)
5. A estrela azul (Juliette Benzoni)
6. Ensaio sobre a cegueira (José Saramago)

Caçadores de CabeçasA Estrela Azul (O Judeu de Varsóvia #1)Ensaio Sobre a Cegueira

7. Corações gelados (Laurié Helsen Anderson)
8. Casamento em Veneza (Elizabeth Adler)
9. Uma noite de amor (Mary Balogh)
10. Sala de espera (Daniel Sampaio)

Corações GeladosCasamento em VenezaUma Noite de Amor (Bedwyn Prequels #1)Sala de Espera

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Opinião | "A Lagartixa Manca e o Homem Desempregado" de Ana Luiz

A Lagartixa Manca e o Homem Desempregado

Classificação: 2 Estrelas

No final do ano passado li o conto Ashram desta mesma autora do qual gostei bastante. Por isso, foi com grande expetativa que parti para a leitura deste novo conto.
É um conto pequeno e pouco complexo, porém conseguimos retirar algumas reflexões, nomeadamente: o respeito pela natureza, sabendo apreciá-la nas suas diferentes dimensões; saber valorizar as nossas características mesmo quando elas nos afastam daquilo que é considerado "normal" no mundo que nos rodeia; a descoberta da felicidade nas mais pequenas coisas quando o mundo à nossa volta parece estar a desmoronar-se; e, por fim, a complexidade em torno das relações humanas (neste último ponto a minha reflexão vai para a situação do casal, a pouca cumplicidade e a comunicação que se começa a deteriorar com as situações menos boas da vida).

Apesar de me ter permitido refletir acerca destas questões achei o conto demasiado superficial e com uma narrativa muito rápida. Olhando para o conto anterior que li da autora e comparando-o com este, senti aqui falta de qualquer coisa que revele a verdadeira essência do trabalho da escritora. 

É uma leitura que aconselho, principalmente para quebrar com alguma monotonia causada pelas leituras mais densas e complexas. 

sábado, 24 de setembro de 2016

A minha experiência com... | Sveva Casati Modignani



Já estava com saudades de pegar nesta rubrica. Ainda só tinha feito uma, mas desde logo que comecei a pensar no/a autor/a para a seguinte e o nome da Sveva foi aquele que surgiu imediatamente na minha cabeça.

Quem é Sveva Casati Modignani?
Sveva Casati Modignani é o pseudónimo de uma escritora italiana que é conhecida pelas suas narrativas envolventes onde se destacam as personagens femininas. Apesar de o género feminino ser o escolhido para assumir o protagonismo, já houve um livro em que ofereceu esse protagonismo a um homem (livro Mister Gregory).

Como é que se iniciou o contacto com esta autora?
Descobri esta autora por acaso. Tinha 17 anos quando, nas férias de Verão, fui até à biblioteca abastecer-me de livros para ler. Cruzei-me com os livros da autora e decidi pegar no livro A cor da paixão. Trouxe o livro para casa, li e posso dizer que foi amor à primeira leitura. Depois deste livro, não descansei enquanto não li todos os livros que a biblioteca tinha dela.

Qual é a minha experiência com a leitura dos livros da Sveva Casati Modignani?
Dos 18 livros até agora publicados em Portugal já li 11. O número de livros publicados irá aumentar já no próximo mês com a publicação de um novo livro.

Aquilo que me apaixona nos livros desta autora é a forma como ela constrói a personagem protagonista e todo o enredo em torno da mesma. Facilmente nos cruzamos com romances apaixonantes, mistérios que nos fazem devorar páginas umas atrás das outras e narrativas coesas que nos mantêm presas às histórias. 

O meu livro preferido até ao momento da autora é Lição de tango. Não tenho opinião aqui no blog, uma vez que foi uma leitura anterior à criação do mesmo. Este livro cativou-me essencialmente pela forma inteligente e emotiva da construção da narrativa. Não posso ir muito mais longe do que isto, pois teria de entrar em pormenores que são verdadeiros spoilers do livro. Um dia pretendo reler este livro apenas para avivar a minha memória acerca das personagens e das reações das mesmas.

Sem qualquer ordem pré-definida, os livros que já li foram:
  • A Siciliana
  • Uma chuva de diamantes
  • O esplendor da vida
  • Lição de tango
  • Baunilha e Chocolate
  • 6 de Abril de '96
  • Qualquer coisa de bom
  • A cor da paixão
  • Feminino Singular
  • O jogo da verdade
  • Um dia naquele Inverno
Não me recordo de todas as histórias. A autora também tem daquelas mais superficiais que não me marcaram o suficiente para permanecerem na minha memória. Contudo, desta lista e para além do livro Lição de tango destaco como meus preferidos A Siciliana (opinião), Uma chuva de diamantes, A cor da paixão e Um dia naquele inverno (opinião). 

Ainda me falta ler...
  • Desesperadamente Giula
  • O Barão
  • A Viela da duquesa
  • Mister Gregory
  • O diabo e a gemada
  • A família Sogliano
  • A vinha do Anjo
Ainda tenho aqui uma boa listinha de livros desta autora para seres descobertos...

Há alguma coisa que gostariam ainda de saber acerca da minha experiência com esta autora?
E vocês? Já leram algum livro? Qual é a vossa opinião acerca de Sveva Casati Modignani?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Divulgação | "A sombra de um passado" - versão papel

Setembro trouxe consigo muitas novidades literárias, entre elas a decisão da coolbooks passar a publicar os livros por eles acolhidos em papel.

Fiquei contente com esta decisão, mas feliz fiquei quando soube que A sombra de um passado da autora Carina Rosa, que já tinha sido editado em ebook, iria ter a sua versão impressa.

Aqui está ele :)


O livro está muito bonito e um tamanho de letra excelente para uma boa leitura  sem causar cansaço. 
E depois temos a história, que mais dizer dela. A mim tocou-me muito e será sempre um livro pelo qual terei um enorme carinho, uma vez que foi o primeiro livro da autora que betei e, com este contacto nasceu uma amizade. 

Eu quero muito que leiam este livro. É importante apoiar os nossos autores. Já pensaram, se não formos nós, portugueses, a ler os livros daqueles que escrevem propositadamente para nós quem os irá ler? Será que os nossos autores não merecem ver o trabalho deles reconhecido?

Na minha opinião, devíamos dar mais valor ao que é nosso e saber valorizar o trabalho dos autores portugueses. 
A Carina faz um trabalho notável. É uma escritora muito humilde que "bebe" todas as nossas sugestões. Nem sempre concordamos com tudo, mas mantemos uma discussão saudável dos acontecimentos e chegamos sempre a bom porto. 

Respeito o trabalho e a perseverança dela. 
E vá, estamos à espera de mais trabalhos.

Podem ver a minha opinião ao livro aqui e uma playlista de músicas que eu associo a esta história aqui. Se tiverem vontade podem ler as duas entrevistas que a autora muito gentilmente respondeu para o blog aqui e aqui.

E agora, o mais importa: onde podem comprar? Fácil, através do site da wook. Aproveitem que está com 10% de desconto.

Blog | Dia de Aniversário

Resultado de imagem para cinco anos

Quem diria que eu ia chegar aos cinco anos do blog? Mas é verdade, hoje o blog faz anos e está quase uma criança em idade escolar.

Muitas coisas boas este espaço me trouxe. Através dele tive e tenho oportunidade de contactar com pessoas muito interessantes que, com o tempo, se foram tornando mias amigas.
Já tive oportunidade de conhecer pessoalmente algumas pessoas através do blog e foi uma boa experiência. A grande questão: tenho outras tantas pessoas que gostaria de conhecer em carne e osso!! 

Tenho de agradecer muito, muito a todos e todas aquelas que por aqui passam e deixam a sua "voz" aqui expressa e que têm paciência para ir lendo os posts e me ir aturando. 

Agradeço também aos escritores e às editoras que vão contribuindo para que enriqueça as minhas leituras.

As felicitações são essencialmente para vocês que por aqui passam.

O meu enorme agradecimento. Estou grata a todos vocês.
Vamos ver se me aguento por mais cinco. :)

Palavras Memoráveis

Resultado de imagem para perda do amor

Nesses sonhos via com clareza indescritível que a origem da tristeza era a perda, e a maior das perdas, a perda do amor. 

John Verdon, Pensa num número

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Opinião | "O ladrão de sombras" de Marc Levy

O Ladrão de Sombras

Classificação: 4 Estrelas

Fiquei fã de Marc Levy assim que li o livro O primeiro dia. Foi a minha estreia com o autor e nasceu aí a minha curiosidade para com as suas obras.
À medida que vou lendo os seus livros cada vez mais sinto que o autor tem uma forma muito característica de escrever e de nos dar a conhecer as suas histórias. Por essa mesma razão, penso que é um daqueles escritores que, dadas as suas particularidades, pode não agradar à grande maioria das pessoas. 

O ladrão de sombras é um livro narrado na primeira pessoa por um menino com um dom especial: roubar as sombras das pessoas que se cruzam no seu caminho. 
Na minha humilde interpretação penso que tudo aquilo que envolve esta personagem é simbólico. Este ladrão de sombras, do qual nunca chegamos a saber o nome, é uma representação daquilo que devia ser o ser humano: alguém sensível, empático, atento aos outros, bondoso e claro, com os defeitos que nos tornam humanos. Assim, tendo em conta a mensagem que este livro nos oferece, todos nós devíamos ser capazes de "roubar" as sombras dos outros de forma a entrar no mundo mais interior e, assim, ajudar a mitigar as suas tristezas. Eu sei, é algo difícil... Há sombras difíceis de "roubar", e o nosso ladrão também o reconhece.

É assim que o nosso ladrão se vai mostrando e crescendo. Com o avançar das páginas ficamos a conhecer um jovem adulto com responsabilidades e defeitos mas com uma sensibilidade e bondade fora de série. 

A forma como Levy encaixa as palavras é deliciosa. Com uma escrita simples e bastante cuidada, o escritor vai convidando o leitor a refletir sobre o natureza humana e sobre os acontecimentos que nos vão sendo apresentados ao longo do livro. Só não lhe dei 5 estrelas por dois motivos: 1) pelo final que, apesar de muito bonito, me deixou em eterno estado de frustração (porque é que acabaste esta história assim, Levy) - eu queria mais, muito mais; e, 2) é um spoiler e não quero revelar para não estragar a leitura a quem não o leu - foi uma pequena ponta solta que não foi agarrada pelo escritor e que fazia aqui alguma falta. 

É um livro onde a amizade, as perdas, as diferentes formas de amor, o respeito pelo outro e sensibilidade se entrelaçam de uma forma muito especial e que marcaram. Um livro para permanecer no coração e para ser relido em diferentes etapas da vida. 

Portefólio | Diário Pessoal 1



Na semana passada iniciei um curso sobre coaching. Já há algum tempo que andava interessada na temática e surgiu a oportunidade de fazer um online e de forma gratuita.
Até ao momento já fiz três módulos e estou a gostar, apesar de ainda me ser muito complicado integrar alguma informação. 

O coaching é fortemente influenciado pela psicologia positiva e como continuo numa fase mais negra estou com algumas dificuldades em integrar na minha cabeça esta perspetiva. 

Uma das atividades do curso é elaborar um diário pessoas com algumas reflexões. No final de cada módulo, deixam-nos algumas questões para refletirmos e escrevermos sobre elas. Assim, decidi enquadrar nas publicações do blog.

Estão à vontade para responder também.

Relativamente ao módulo 1 foram estas as questões:

O que é para ti a felicidade?
Pensa em ti, estás a passar por alguma crise, necessidade de mudança ou melhorar algo na tua vida?
No momento em que tens de tomar decisões, lutas ou foges?

Para mim, felicidade é uma sensação de bem-estar pleno em todas as áreas da tua vida. É sentires que pertences ao um lugar onde tenhas pessoas com quem possas partilhar momentos e situações. 
Para além disso, felicidade é quando te sentes intrinsecamente bem contigo próprio(a), onde aprecies a tua própria companhia. 
Penso que a felicidade é algo tão complexo que é complicado atingi-la de forma plena. Parece que haverá sempre alguma coisa que constituirá um entrave a essa plenitude.
Em muitos textos que lemos somos confrontados que a felicidade é o prazer com as pequenas coisas da vida. Contudo, muitas vezes me questiono: até que ponto é que elas são suficientes para preencher os vazios que outros elementos causam em ti próprio(a)?
Neste momento ando mesmo à procura dela. Parece-me que ela fugiu e se escondeu muito bem em alguma esquina da minha vida. Acho-a perita em esconder-se de mim, porque no momento em que parece que a estou quase a agarrar ela escorrega das minhas mãos como pequenos grãos de areia.

Neste preciso momento, aquilo que mais me angustia e mesmo esta necessidade de mudança e o melhorar algumas áreas da minha vida. O avançar da idade, a estagnação, o não alcançar de determinadas coisas que me fazem falta no sentido de manter a minha sanidade mental estão a dar cabo da minha resiliência e da minha capacidade de lutar. Sinto-me emocionalmente mais frágil, com menos motivação e farta de remar contra uma maré que teima em me empurrar constantemente para trás. Não está a ser nada fácil... Desde há cerca de 2/3 anos que as coisas teimam em não se manifestar de forma positiva. Não, não é tudo mau... Pelo meio há pequenas luzes de esperança que se vão mantendo a brilhar. São muito ténues, mas estão lá, só gostava que elas brilhassem mais e me invadissem de bem estar e realização.

Tomar decisões é, para mim, das coisas mais complicadas. Sou daquelas pessoas que pensa em prós, contras e coisas que tais. Não costumo fugir, fugir, mas reconheço que nem sempre dou luta (ou pelo menos a luta que merecia).  
Acima de tudo falta-me assertividade, confiança e auto-estima para enfrentar as questões mais pessoais. 

domingo, 18 de setembro de 2016

Maratona Cineverão | If I stay


Classificação: 5/10 estrelas

If I stay é uma adaptação cinematográfica do livro com o mesmo nome da autora Gayle Forman. Vi o filme sem ter lido o livro. Conhecia a história muito superficialmente e comecei a ver o filme sem qualquer expetativa.

É um filme simpático, mas que não me enche as medidas e grande responsável por isso é a atiz Cloë Grace Morez que interpreta o papel de Mia. 
Mia sofre um acidente de carro e passa por uma experiência de quase morte, ou seja a alma dela fica a pairar sobre a terra, assistindo ao que se passa em redor dela e a recordar como foi a sua vida. No fundo, ela vai procurando motivos que a levem a ficar cá pela terra e não morrer. Apesar de ser uma premissa interessante e que nos leva a refletir sobre o valor que as pessoas e as nossas conquistas têm na nossa vida, a atriz assume uma expressão fastidiosa do principio ao fim do filme. Aquilo que ela deixava sobressair era uma expressão de aborrecimento e de enjoada mesmo em situações em que estava no seu "habitat natural". Dada a sua personalidade mais reservada e introvertida é aceitável que, em situações que fugiam do seu ambiente de conforto, mostrasse o seu aborrecimento, porém eu sentia-a aborrecida em quase 90% das ações do filme.

O filme é emotivo, cativa, somos facilmente arrastados pelos momentos mais críticos, porém não entusiasma o suficiente, nem prende com aquela intensidade que outros filmes já o conseguiram comigo. 

Tenho curiosidade por ler o livro (e os seguintes) para ver como é que a história é narrada e para ver se ficou com outra impressão da Mia. 


sábado, 17 de setembro de 2016

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Livro Recebido]


E já cá chegou mais um livrinho da Denise à minha caixa do correio. 
A cada livro trocado sinto que este projeto foi uma excelente aposta. 

E o livrinho que recebi foi...


Sala de Espera 
de Daniel Sampaio

Fiquei muito contente por receber este livro. Eu aprecio e admiro o trabalho do psiquiatra Daniel Sampaio. Ainda me faltam ler imensas obras dele, mas é um projeto para ser levado com o decorrer do tempo.
Não se esqueçam de ir ver os motivos ao cantinho da Denise

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Palavras Memoráveis

Eyes, See, Point Of View, Window, Sensation, Charm

Como, uma vez, alguém me disse: "Do que está fora pode-se fugir, vira-se a cara. Mas o que se passa no nosso interior, às vezes, dói tanto, que é como se nos perseguisse por dentro". 

Eduardo Sá, Más maneiras de sermos bons pais


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Opinião | "Estrada vermelha, estrada de sangue" de Moira Young (Dust Land # 1)

Estrada Vermelha, Estrada de Sangue (Dust Lands, #1)

Classificação: 2 Estrelas

De vez enquanto lá me aventuro por um género que não me cativa. Isto pode ser por iniciativa própria (ter na estante ou trazer da biblioteca) ou por intermédio de outras pessoas (empréstimo). Estrada vermelha, estrada de sangue estava na minha estante e já há algum tempo que esperava a sua vez de ser lido. 
Quem vai acompanhando as minhas opiniões aqui neste humilde espaço, sabe das minhas dificuldades com o género fantástico. Este livro é mais um daqueles que me custou ler porque senti dificuldades em me ligar à história e às personagens.

Começando por escrever acerca da forma como o livro está escrito, posso expressar que a forma como a narrativa está estruturada dificulta imenso a leitura. Em primeiro lugar não há pontuação que nos indique a presença de diálogos; em segundo, existem vocábulos que não me parecem as melhores escolas, e que aparecem constantemente repetidos revelando uma pobreza no vocabulário usado: por fim, o facto de ser narrado na primeira pessoa vai tornando as coisas mais aborrecidas. 
Recentemente li numa opinião no goodreads que isto se devia a uma espécie de característica na forma de falar na personagem, mas não me convence. Ainda mais se estamos a falar de um livro futurista e tendo em conta nos nossos avanços, não faz sentido um recuo na forma das pessoas se expressarem e de não chamarem os objetos pelos verdadeiros nomes. 

As personagens e a história, do meu ponto de vista, não oferecem nada de extraordinário.
A narrativa tem alguns elementos indicadores de criatividade mas são pouco desenvolvidos e pouco explorados. O desenrolar dos acontecimentos é, por vezes, bastante aborrecido. 

Não gostei de nenhuma personagem em particular. Não senti espaço na narrativa para que as personagens crescessem e se mostrassem dimensionais aos meus olhos, Acho que isto poderá dever-se ao facto de termos acesso a elas apenas pelos olhos da Saba, que é a narradora. Apesar de conhecermos um pouco do comportamento de cada uma delas, tudo se dissolve nas opiniões e formas de ver da Saba.

Talvez quem se identifique mais com este género consiga fazer uma leitura completamente diferente da minha. Por isso, convido as pessoas que já leram este livro a deixar nos comentário a sua visão. 
Boas leituras!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Top Ten Tuesday | Favoritos de sempre do género romance


Para esta semana, o tema convida-nos a eleger um género e a identificar os 10 livros nossos favoritos de sempre dentro desse género. 
Eu escolhi Romances. Estava para subdividir este género e escolher ou históricos ou contemporâneos, mas sentiria maiores dificuldades devido às dúvidas na distinção entre géneros. 

Tive imensa dificuldade em eleger apenas 10 livros. A minha lista inicial era composta por 15. Depois de esmiuçar mais, consegui chegar à lista final. 
Assim, e seguindo uma ordem do menos favorito para o mais favorito, fica aqui a minha lista.

10. A sombra do vento de Carlos Ruiz Záfon
Um romance que fala de livros e de um amor especial. Apesar de um ínicio de leitura complicado, assim que nos conseguimos enfiar na história é impossivel largar o livro.

9. Rosas de Leila Meacham
Li este livro por acaso e adorei-o desde as primeiras páginas. É uma história onde o amor e a amizade andam lado a lado e mantêm as personagens unidades ao longo dos tempos, apesar de alguns segredos que alimentam as suas vidas.

8. E tudo o vento levou de Margarett Mitchell
Este é daqueles romances épicos que depois de lido uma primeira vez não se esquece. É uma verdadeira saga de vida da tão peculiar Scarlett O'Hara. 

A Sombra do VentoRosasE Tudo o Vento Levou

7. Jogo de Mãos de Nora Roberts
Este foi o livro que marcou o meu gosto por Nora Roberts. A história é mágica, os personagens são cativantes e há muita química entre o casal principal. 

6. Dezanove Minutos de Jodi Picoult
Um verdadeiro murro no estômago é a forma mais correta que encontro para descrever a intensidade que este livro provoca. A autora é de uma mestria na conjugação de sentimentos e de situações que não deixam o leitor indifernte. Aqui está um livro do qual eu gostaria de ver um filme.

5. As serviçais de Kathryn Stockett
Um livro que nos mostra uma realidade dura da nossa história, em particular nos EUA e a forma como eles olhavam para os negros. A temática continuará sempre atual. Um livro muito fácil de ler e de nos apaixonar-mos por ele e por todas as protagonistas que o compõem. 

Jogo de MãosDezanove MinutosAs Serviçais

4. Diário da nossa paixão de Nicholas Sparks
Até ao momento, este é o meu livro preferido de Nicholas Sparks. Uma história de amor inesquecível e capaz de atingir os corações mais frios. Um casal que partilha uma comunhão de esperítos que não nos deixa indiferentes.

3. Amor e Chocolate de Dorothy Koomson
O tom divertido, as personalidades cativasntes de Greg e Amber e todo o contexto que vai dando forma a história de amor entre os dois é fantástica. Um livro do qual guardo boas recordações. Gostei tanto dele, que o ofereci a uma pessoa especial para que pudesse desfrutar de uma história tão querida. 

2. Sonhos proibidos de Lesley Pearse
Se fosse possível colocaria aqui neste lugar todos os livros de Lesley Pearse. As suas histórias são inesquecíveis e fazem-me passar horas e horas pela noite dentro a ler. Escolhi este, como poderia ter sido qualquer um dos outros que já li... Este em particular tem um final que me deixou em suspense e com vontade de partir para o livro que lhe sucede. 

O Diário da Nossa PaixãoAmor e ChocolateSonhos Proibidos (Belle #1)

1. O grande amor da minha vida de Paullina Simons
Penso que muitas pessoas (pelo menos aquelas que me conhecem e que visitam o blog desde algum tempo atrás) adivinharam o livro que ocupar o primeiro lugar deste top. Para mim, a história de amor mais intensa da universo literário está encerrada nestas páginas e nos volumes que lhe sucedem. Tatiana e Alexander são os seres indomáveis que a Guerra modificou, mas que não destruiu. Um amor épico e que muitas vezes gosto recordar folheando algumas páginas do livro.

O Grande Amor da Minha Vida (O Cavaleiro de Bronze, #1)

Quero conhecer as vossas listas!! Deixem-me os links nos comentários :). 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Maratona Cineverão | As Sufragistas


13º Filme
Categoria: Biopic
Classificação: 5/10 estrelas 

(Decidi mudar a minha escala de classificação para os filmes. Se até agora me consegui entender perfeitamente com um sistema de 5 estrelas, o aumento do número de filmes visualizados tem-me dificultado na classificação. Cada vez mais sinto uma necessidade de uma classificação que verdadeiramente o distinga). 


Ia com algumas expetativas para a visualização deste filme. Dada a temática da luta das mulheres pelos seus direitos, esperava encontrar algo épico e com uma intensidade suficiente para me prender logo na primeira cena, mas não aconteceu.

As sufragistas conta-nos a história de um grupo de mulheres que luta pelo direito ao voto, por maior respeito dentro da comunidade e por um maior equilíbrio de direitos entre homens e mulheres. São estes os ideias que as movem e as levam por lutas onde o sofrimento e as perdas acabam por ser a prova mais dura com que têm de se confrontar. 

É interessante assistir à tenacidade destas mulheres e àquilo que ela se dispuseram a enfrentar para que fossem respeitadas. Acho que hoje em dia, nós mulheres, nem sempre damos valor àquilo que outras conquistaram por nós. Não sou feminista ao ponto de afirmar superioridade do género feminino... Porém, acho que as mulheres deveriam ser mais valorizadas e que se devia procurar afincadamente promover a igualdade entre géneros. Por exemplo, sou a favor da guarda partilhada em situações de divórcio em detrimento da guarda exclusiva à mãe. Uma criança precisa do pai e precisa da mãe, para isso é bom que o entendimento se dê. Ao darmos a exclusividade à mãe (ou ao pai) é como se o estivéssemos a dotar de poder superior que lhe dá mais direitos que deveres).
Neste filme, a supremacia dos homens em relação aos filhos e a tudo que envolve a vida das esposas está bastante bem retratada. 

Gostei da parte das situações de luta por parte das mulheres. Porém achei que os acontecimentos não eram esgotados. Parecia que ficam algumas pontas soltas que não contribuíam para criar uma história contínua. 
De todas as mulheres quero destacar a Maud Watts pela força de espírito mesmo nas piores situações. Admiro-a por nunca ter desistido perante situações que a fragilizaram. E, também, a Miss Withers que só o marido a conseguia deter. Marido este com um coração e uma sensibilidade capazes de reforçar toda a luta das sufragistas.

Após a visualização do filme fiquei com curiosidade acerca deste período da história mundial. Assim que tenha alguma tempo irei pesquisar mais sobre as sufragistas e as suas lutas. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Divulgação | "Verdade Escondida" de Mary Kubica



Verdade Escondida

Título: Verdade Escondida
Edição: Julho de 2016
Autora: Mary Kubica
Editora: Topseller
Preço: 18.79 €



Não importa o quão rápido conseguimos correr…
O passado acaba sempre por nos alcançar.

Quinn Collins acorda e não encontra a amiga com quem partilha a casa na cidade de Chicago. O quarto dela tem a cama vazia e a janela aberta, e Quinn recorda-se vagamente de ter ouvido um rangido durante a noite. Esther Vaughan desapareceu sem deixar rasto. Entre os pertences da amiga encontra uma carta enigmática, assim como outros objetos que colocam em dúvida se Esther será a pessoa que Quinn julgava ser.

Entretanto, numa pequena cidade perto de Chicago, uma rapariga misteriosa aparece num café onde um jovem chamado Alex Gallo trabalha. Alex sente-se desde logo atraído por ela, mas acaba por descobrir algo obscuro e sinistro que porá em causa os seus sentimentos. 

Enquanto Quinn continua em busca de respostas para o desaparecimento de Esther, e Alex tenta saber mais sobre a rapariga desconhecida, forma-se um enredo de ilusões que ameaça esconder uma dura e chocante verdade. Quem será aquela estranha rapariga?

Sobre a autora...
Mary Kubica tem um Bacharelato em História e Literatura Americana pela Universidade de Miami (Ohio). Vive nos arredores de Chicago com o marido e os dois filhos e gosta de fotografia, de jardinagem e de cuidar de animais abandonados num abrigo local.

É autora de dois bestsellers, Não Digas Nada e Vidas Roubadas (publicados pela Topseller). O primeiro valeu-lhe uma nomeação para o Strand Magazine Critics Award como Melhor Romance de Estreia, e outra para o Goodreads Choice Award na categoria de novos autores de thriller e mistério de 2014.
Saiba mais sobre a autora em www.marykubica.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Maratona Cineverão | Testemunho de juventude


12º Filme
Categoria: Guerra
Classificação: 5 Estrelas

Descobri este filme por acaso. Enquanto navegava na internet pesquisando filmes para ver para a maratona cruzei-me com este. Vi o trailer e pensei logo para mim tenho mesmo que ver este filme.
Agora que já o vi tenho vontade de o ver novamente. O filme é um turbilhão de emoções muito bem construído. Foi um daqueles filmes que me marcou imenso e que permanecerá no meu coração dada a intensidade emocional que ele ativou em mim. 

Vera é a protagonista desta história. Uma jovem aventureira, determina, determinada e que ambiciona uma vida diferente daquela que estava destinada às jovens da sua idade naquela época. A sua inteligência e sensibilidade são únicas e são elas o grande motor da sua vida interferindo nos caminhos que vai escolhendo.

A Primeira Guerra Mundial é o contexto histórico que está na base do desenvolvimento da narrativa. Foi o primeiro filme que vi a retratar este contexto histórico e penso que foi bastante credível. Os cenários de miséria humana da guerra contrastavam perfeitamente com os dons humanos que procuravam mitigar aquela miséria. É tudo bastante intenso.

E é neste contexto adverso que Vera, uma mulher de causas, se vê abraços com coisas que ela jamais escolheria para a sua vida. Nada foi de encontro aos seus sonhos, mas admirei-a na sua força e no facto de nunca ter baixado os braços. Uma verdadeira inspiração.

A banda sonora que acompanha o filme é excelente e oferece ao filme uma dimensão bastante especial. 
Também gostei imenso do guarda roupa... Aliás fiquei apaixonada por umas quantas boinas da Vera. Se virem alguma por aí, avisem-me.

Recomendo este filme para quem gosta de conhecer mulheres fortes e inspiradoras. Tenho a certeza que não ficarão indiferentes à Vera. É um filme que apaixona as pessoas pela intensidade dos acontecimentos que transmite. E, por fim, não esquecer, que é baseado em factos verídicos. 

Palavras Memoráveis

Shoes, Pregnancy, Child, Clothing, Family, Darling

A ausência de bons tratos transforma, devagarinho, o futuro no refúgio, para onde se adia, compulsivamente, todo o presente. E dá aos espaços e aos objectos pessoais a ilusão de serem uma família vibrante de que nos dói separar, e que disfarça a dor de sermos desconhecidos, por dentro, para quem nos ama.

Eduardo Sá, Más maneiras de sermos bons pais


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Opinião | "E tudo o vento levou" volume 2 de Margarett Mitchell

Resultado de imagem para e tudo o vento levou volume 2
Classificação: 5 Estrelas

Depois de terminar o primeiro volume de E tudo o vento levou fiquei com imensa vontade de ler o segundo volume. Estava curiosa para saber como avançava a saga de Scarlett O' Hara. Agora que cheguei ao fim do segundo volume posso afirmar com toda a certeza que está história é daquelas que nos fica na memória e que se entranha em casa neurónio que possuímos.

Tal como o anterior é um muito bem escrito e com um enredo que me deixava em suspenso com a ansiedade de saber como é que as coisas se iam resolver. Em comparação com o volume anterior, este consegue oferecer-nos uma leitura mais fluída. Assim, o meu ritmo de leitura foi mais rápido. É importante dar espaço para que as coisas se vão arrumando na nossa mente. Considero que, apesar de este não nos oferecer um ritmo tão lento de leitura não é para nos atiramos a ele de forma compulsiva. É um livro para se ir lendo, porque é minucioso (mas nada aborrecido) e precisamos de absorver tudo.

Neste livro conseguimos formar uma opinião mais concisa acerca das personagens.
Adorei a Melanie e fiquei a odiar o Ashley. Melanie é doce, responsável uma pessoa muito querida e de bom coração. Ashley é um homem sem atitude e com um personalidade pouco apelativa. Já desde o volume anterior que não percebia muito bem como é que o espírito indomável da Scarlett se encantou pelo Ashley. É motivo para dizer que o coração tem razões que a própria razão desconhece.
Rhett é um homem extremamente interessante e peculiar. Um coração duro e mole ao mesmo tempo. Mas, a melhor palavra para o caracterizar é orgulhoso. Sim, devido ao seu orgulho juntamente com o orgulho explosivo de Scarlett contribuiu para todo um conjunto de situações que foi condicionando tudo que acontecia com os dois. Tudo isto me deixou um pouco frustrada. Scarlett merecia ter tomado consciência das coisas bem mais cedo.

O final deixou-me muito frustrada. Houve uma situação em particular que me apanhou totalmente de surpresa. Tive de parar a leitura para absorver o que se tinha ali passado, porque foi completamente inesperado.
Vale a pena cada minuto que perdemos na leitura do livro. É uma obra memorável e que merece ser relida ao longo da nossa vida uma vez que acho que a cada leitura iremos descobrir coisas que diferentes comparativamente à leitura anterior. 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Desafio]


Chegou a altura de responder a mais um desafio proposto pela Denise. Este refere-se ao livro Um estranho em casa de Patrícia MacDonald. 

Este desafio é em forma de perguntas direciondas para a temática do livro. Aqui ficam as minhas respostas:

Crianças desaparecidas

A premissa base deste livro centra-se no rapto de uma criança que, felizmente, aparece anos mais tarde.

Como foi a experiência de ler um livro sobre este assunto? É um tema que te agrada?
Na altura em que trabalhava, as crianças eram aquela população mais desafiante. Estimulavam-me a criatividade e faziam-me testar todos os meus limites. Assim, comecei a interessar-me mais sobre tudo o que envolve o universo infantil. Infelizmente, as questões relacionadas com raptos, sequestros e e desaparecimentos fazem parte do quotidiano infantil. Por todo este conjunto de aspetos, sim, é um tema que desperta muito o meu interesse. 
A experiência que eu tive a lê-lo foi um pouco frustrante porque houver certas partes relacionadas com o mundo emocional das personagens que ficou esquecido pelo meio. Para mim, fazia todo o sentido terem sido abordadas e exploradas.  

Foi o primeiro livro sobre crianças desaparecidas que leste, ou já tiveste oportunidade de conhecer outros no passado?
Não, em 2014 tinha lido o livro Desaparecida de Katy Gardner. Eu já li muitos livros relacionadas com crianças, mas o que referi atrás foi o único que me recordo de ler sobre a temática de crianças desaparecidas. 

E na tua wishlist, existem livros com esta temática? Se sim, diz-nos quais são.
Não me recordo de nenhum. Eu sou um bocado despistada com os livros que vou adicionando à minha lista de livros para ler. Talvez possa existir algum lá pelo meio, mas assim de repente não me lembro (e são tantos para lá ir procurar). 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Palavras Memoráveis

Clouds, Sky, Faith, Christianity, God, Resurrection

Morrer é fazer de conta que se diz adeus e imaginar que se aguarda um reencontro... ainda que jamais nos reencontremos para além da memória.

Eduardo Sá, Más maneiras de sermos bons pais

Quem chegou? | Agosto

Não sei qual é a vossa perceção, mas a minha é a de que o mês de agosto passou a correr... 
Em comparação com o mês anterior, houve mais movimentações na minha estante (nem o calor as atrapalhou).

Aqui ficam os livros que chegaram no mês que acabou de terminar:

Empréstimos
Um Estranho em Casa

Biblioteca
Para mim, é um lugar muito importante e onde gosto sempre de ir. Desta vez, trouxa para ler:
Rebeldes (Princesas de Nova Iorque, #1)Agora És Minha

Oferta Editora
À Topseller agradeço o envio de um livro que me deixou muito curiosa. 
Verdade Escondida