segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Quem chegou? | Outubro

Outubro foi o mês do meu aniversário, apesar de ter vários livros para vos mostrar, não recebi nenhum como presente de aniversário. 
Este ano, os presentes cingiram-se a roupa e dinheiro (que neste fase da minha vida guardo para comprar algo que precise mesmo como roupa, calçado ou alguma coisa para o doutoramento). 

E perguntam vocês: Então, que livros recebeste este mês?

Empréstimos - Biblioteca

Romance Com o Duque (Castles Ever After, #1)A Estrela Azul (O Judeu de Varsóvia #1)

Estes dois livros vieram da biblioteca. Já há muito tempo que lá não ia e acabei por trazer um livro que estava na prateleira das novidades, Romance com o duque, e um de uma autora que já há muito tempo queria ler, A estrela azul.


Ofertas de Escritoras
Uma Mulher RespeitávelSoberba Ilusão (Trilogia Soberba, #3)

A Célia e a Andreia são duas escritoras portuguesas muito queridas e que merecem ser lidas por nós. Os livros foram-me oferecidos devido a ter feito leitura beta para ambas. 

Ofertas de Editoras
A Rapariga que Lia as EstrelasO Meu Nome é LeonPeónia Vermelha

Divulgação | "Peónia Vermelha" de André Oliveira


Titulo: Peónia Vermelha
Edição: Setembro de 2016
Autor: André Oliveira
Editora: Chiado Editora
Páginas: 586 páginas
Preço: 18.00€
Sobre o livro
Chi Shao é uma mulher atraente e misteriosa que decide fazer justiça pelas próprias mãos. Com um passado obscuro e cheio de pontas soltas, regressa a Portugal, onde viveu há vários anos, para resolver uma questão de vida ou morte. Uma empresa farmacêutica multinacional promete criar um elixir da juventude, acessível a todas as mulheres, mas o que não esperavam era que os primeiros testes começassem logo a correr mal.

Entretanto, na China, são encontradas centenas de mulheres com problemas de saúde gravíssimos, e outras tantas mortas, com misteriosos sinais comuns a todas. O que poderão ter em comum Chi Shao, o Presidente da Comissão Europeia e o Ministro da Saúde da China? Poderá um amor impossível salvar a humanidade de uma catástrofe de proporções internacionais? A Chi Shao resta-lhe montar uma armadilha e esperar não ser ela mesma a ser apanhada. Peónia Vermelha é um thriller intenso que levará o leitor a viajar desde a Cidade Proibida, em Beijing, até Lisboa, Frankfurt e Bruxelas num enredo que expõe o lado mais negro da corrupção política e da alma humana.
  

domingo, 30 de outubro de 2016

Por detrás da tela | Zootrópolis


Classificação: 9/10

Depois de ver a Tita do blog O prazer das coisas falar tão bem deste filme de animação, fiquei logo com curiosidade para ver o que é que este filme tinha para no oferecer.
Zootrópolis traz-nos a estória de Judy, uma coelhinha que tinha o sonho de ser polícia... Era um sonho complicado porque, naquela cidade onde presas e predadores conviviam de forma amigável, nunca um coelho tinha assumido um posição tão importante.
E Judy lutou sempre pelo sonho que a movia. Lutou de uma forma tão intensa e pessoal que não me deixou indiferente.

É nesta luta pelo sonho que este filme oferece uma grande mensagem. Quando tudo à volta de Judy lhe mostrava que ser polícia era algo que não lhe estava destinada, ela levantava a cabeça, fazia "trinta por uma linha" e lá aparecia para mostrar àqueles que a diminuíam que sim, era capaz e podia fazer tudo o que qualquer um fazia.
Na minha opinião, a Judy é uma verdadeira inspiração... Eu adorei esta coelhinha. Tudo em volta dela está perfeito. A sua relação com o Nick, uma raposa muito esperta, é fenomenal. Dá vontade de saltar para o ecrã, pegar nela e saltar com ela para o mundo real.

Os desenhos dos animais estão muito bem feitos. São extremamente apelativos e a forma inteligente como fizeram a ligação entre os animais e as suas características (no fundo aquilo que nós humanos achamos que eles são) está muito bem conseguida.
A conjugação entre momentos mais sérios e importantes com momentos de humor e situações divertidas prendeu-me do início ao fim do filme, sempre com aquela expetativa de o que é que se vai seguir.

É um excelente filme de animação com uma mensagem transversal a adultos e crianças. Um ótimo filme para ver em família.
É, também, um filme muito bom para gerar discussão saudável com crianças ou adolescentes.
Um filme que veio complicar a minha lista de filmes de animação preferidos.


sábado, 29 de outubro de 2016

TAG | Autumn Reading Tag


Eu sei que o outono já começou há um mês, mas nunca é tarde para sentir todos os aromas de uma das estações do ano que mais gosto.
Vi esta Tag no canal do youtube, A outra Mafalda, e achei que seria uma boa publicação aqui para o blog.

1. Planeias ler que livros durante o Outono?
Os meus planos de leitura nem sempre correm muito bem... Porém ficam aqui alguns que quero ler ainda durante esta estação.
A Estrela Azul (O Judeu de Varsóvia #1)Corações GeladosSissi - Coragem até ao Fim (Sisi, #2)A Rapariga que Lia as EstrelasSoberba Ilusão (Trilogia Soberba, #3)

2. Setembro traz-nos memórias da Escola. Que livros mais gostaste de estudar? E quais eram as tuas disciplinas preferidas e que gostavas menos?
Eu geralmente gostava de todos os livros que estudávamos na escola. Porém guardo boas recordação de estudar os livros de Sophia Andresen, nomeadamente A fada Oriana e A árvore. Numa fase posterior, destaco Os maias de Eça de Queirós e A aparição de Virgílio Ferreira.
A Fada OrianaA ÁrvoreOs MaiasAparição
Até ao 9º ano adorava: matemática, ciências naturais e físico-química.  Não gostava de educação física nem de educação visual.
Do 10º até ao 12º ano adorava: filosofia, ciências da terra e da vida, técnicas laboratoriais de biologia e psicologia. Não gostava de físico-química.

3. Outubro significa Halloween. Gostas de livros e filmes de assustadores? Se sim, quais os teus preferidos?
Por acaso é um género do qual nunca lo nada. Então, é algo que pretendo mudar, por isso aceitam-se sugestões na caixa de comentários.
Quantos aos filmes vi muito poucos para conseguir identificar o favorito.

4. Qual o livro que mais te entusiasmou e que te prendeu fortemente?
A grande revelação de Julia Quinn, é a minha recordação mais recente (é muito complicado escolher apenas um porque tenho vários)... No fundo, todos os livros de Julia Quinn tem esse dom de me prender às personagens e às estórias. 
A Grande Revelação (Bridgertons, #4)

5. Que livro é que consideras a tua leitura de conforto?
Para aqui não vou identificar nenhum livro mas sim duas autoras que gosto sempre de ler: Lesley Pearse e Dorothy Koomson.

6. Enrolada numa manta com um bom livro, qual é a tua bebida quente de escolha?
Chá, o meu grande e fiel amigo... Porém, um chocolate quente também poderá ser uma opção.

7. Tens alguns planos que estejas entusiasmada para realizar nos próximos meses?
Neste momento, o meu entusiasmo está algures num fundo de um poço. Está num lugar bastante escuro, de difícil acesso, mas hei de conseguir lá entrar e resgatá-lo. Por isso, neste momento, vivo apenas o dia-a-adia.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Divulgação | "Uma mulher respeitável" de Célia Loureiro

Uma Mulher Respeitável
Título: Uma mulher respeitável
Edição: Outubro de 2016
Autora: Célia Loureiro
Editora: Marcador
Preço: 17.50 €

Eu li este livro como leitora Beta e agora tenho uma grande curiosidade em saber o resultado final.
Deixo aqui o meu enorme agradecimento à Célia por me ter oferecido um exemplar do seu livro

Sobre o livro
No Portugal das guerras liberais e na Irlanda ferida pela cólera, duas mulheres lutam para cumprir os seus sonhos e vingar as suas ofensas. 

1831. Pouco depois de se casar, a sorte do conde de Cerveira sofre um revés. Uma série de infortúnios deixam-no à beira da ruína financeira, e não demora muito para que comece a desconfiar dos intentos da estranha de beleza intrigante que desposou. Perante a dúvida, decide enviar Leonor Sanches para um exílio temporário junto do tio, que ensina na prestigiada Trinity College, em Dublim. Conforme a epidemia de cólera vai ceifando as vidas de cristãos e anglicanos na Irlanda, também o coração de Leonor Sanches se oferece à tragédia. 

1857. Cinquenta anos depois de perder o seu bem mais precioso para as tropas de Napoleão, Mariana Turner sente que está a um passo de descobrir toda a verdade sobre os acontecimentos de Março de 1809. Novas revelações apontam para que a condessa de Cerveira, encarcerada no Porto, seja a chave para resolver o mistério. Munida de uma determinação inabalável, tudo fará para conseguir deslindar o passado de Leonor Sanches - fidalga e anjo caído.

Uma Mulher Respeitável é o novo romance histórico da autora de A Filha do Barão.

Sobre a autora
Célia Correia Loureiro nasce em Almada, em 1989. Licencia-se em Informação Turística pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, mas garante que a sua vocação é a escrita. Aos doze anos lê o seu primeiro romance e, desde aí, não pára de ler nem de escrever. Apaixonada por História, publica em 2014 o seu primeiro romance, A Filha do Barão.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Palavras Memoráveis


És o melhor presente que eu desembrulhei debaixo de uma árvore de Natal.
Tess Gerritsen, A pecadora

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Opinião | "Rebeldes" de Anna Godbersen (Princesas de Nova Iorque #1)

Rebeldes (Princesas de Nova Iorque, #1)
Classificação: 2 Estrelas

Rebeldes foi um livro que trouxe da biblioteca com a expetativa de uma leitura descontraída, leve e com uma narrativa interessante. E será que foi isto que aconteceu? Não. O livro não me ofereceu nada daquilo que eu esperava dele. Lá está, não é muito bom criar expetativas.

À medida que ia lendo o livro confrontei-me com uma escrita bastante aborrecida e pouco cativante da minha atenção. Tinha a sensação que a estória não avançada, que a escrita era fria e pouco próxima de mim enquanto leitora.
Conjugando com este aspeto, ainda lhe consigo juntar a fraca abordagem às personagens. Há falta de caracterização e de acontecimento que nos mostrem que elas são realmente. Pareceram-me vazias, ocas... Estava frustrada porque não conseguia aceder a coisas que as movessem, para além de intrigas e romances pouco calorosos e apetecíveis.

A estes ingredientes ainda lhes podemos juntar a forma bastante aborrecida com que a autora decidiu apresentar-nos os acontecimentos. Há pouca envolvência nas coisas que se vão sucedendo e eu não senti entrega da autora à escrita desta história.

O final, para além do seu lado previsível (tendo em conta o prólogo que nos é apresentado que nos faz deduzir o que ali se poderá passar), não traz entusiasmo nem surpresa.
Posso dizer-vos que foi uma leitura bastante penosa e que não me deixou com muita vontade de continuar a ler livros da série. É o primeiro livro da série, é um facto, o que poderá deixar espaço para que os outros apresentem-se melhor. Por isso, se um dia vier a ler mais livros desta série será pelo benefício da dúvida de ter lido o livro inaugural, aquele que nem sempre cativa os leitores (apesar de eu achar muito importante que tudo se torne interessante já no primeiro livro para conseguir agarrar o leitor).

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Divulgação | "O meu nome é Leon" de Kit de Waal


Título: O meu nome é Leon
Edição: Setembro de 2016
Autora: Kit de Waal
Editora: Topseller
Preço: 18.79 €

Sobre o livro
Um irmão adotado. Outro deixado para trás.

E o colo de uma família onde nunca esperaríamos encontrá-lo.

Pode o amor de uma criança juntar o que os adultos separaram?

Leon tem nove anos e um irmão bebé chamado Jake. Os dois vão viver com Maureen, mãe de acolhimento, que tem um estranho cabelo vermelho e uma barriga grande como a do Pai Natal. Maureen é uma mulher de garra que consegue conquistar o difícil coração de Leon. Mas pouco depois chega a terrível notícia: apenas a deixarão ficar com o irmão mais velho. 

A tristeza de Leon é agora constante e apenas algumas coisas o fazem sorrir, como os chocolates, andar de bicicleta, enterrar as mãos na terra, sair com um amigo que é parecido com o seu pai e, sobretudo, roubar moedas até ter dinheiro suficiente para que um dia possa resgatar Jake e voltar com ele para a mãe.

Sobre a autora

Kit de Waal nasceu em Birmingham e é filha de um pai caribenho e de uma mãe irlandesa, que também era «mãe de acolhimento».
Trabalhou durante quinze anos em direito penal e familiar, foi conselheira dos Serviços Sociais sobre processos de adoção e acolhimento e escreveu manuais sobre estes temas.
É autora de uma vasta obra literária e vencedora de inúmeros prémios.

domingo, 23 de outubro de 2016

Divulgação | "A Rapariga que lia as estrelas" de Kiran Millwood Hargrave



Título: A rapariga que lia as estrelas
Edição: Setembro de 2016
Autora: Kiran Millwood Hargrave
Editora: Booksmile
Preço: 13.99 €

Sobre o livro

A Rapariga Que Lia as Estrelas, o primeiro livro de Kiran Millwood Hargrave, depressa conquistou o público e se tornou num bestseller. Uma leitura viciante que combina aventura e magia.
Um livro que vai deixar os jovens leitores sem fôlego da primeira à última página.

A Isabella é uma jovem aventureira e corajosa, que vive com o pai, o único cartógrafo da ilha de
Joya. Ainda que adore a sua casa, a escola e as amigas, há muito que ela sonha partir à descoberta dos
Territórios Esquecidos e dos mistérios que se escondem para lá da floresta. 
​Quando a Lupe, filha do governador Adori, desaparece inesperadamente, a Isabella oferece-se de imediato para fazer parte da equipa de busca. A sua experiência na leitura de mapas e de estrelas faz dela uma peça fundamental nesta grande viagem rumo ao desconhecido.
​Mas estará a Isabella preparada para enfrentar as criaturas mais terríveis e os segredos mais inesperados de sempre? Será ela capaz de salvar a Lupe e de fazer renascer a ilha de Joya?


​​ «Situado num mundo estranhamento paralelo, com um realismo mágico, este livro é uma hipnotizante introdução à cartografia, à mitologia e ao mundo das meninas corajosas.» 
The Bookseller


«O primeiro livro de Kiran Millwood Hargrave é uma aventura cheia de magia e ação. A sua escrita elegante e detalhada enchem esta obra de pormenores deliciosos, divertidos e diferentes de tudo o que temos lido.»
The Bookbag

Sobre a autora


Nasceu em Londres, em 1990. Cresceu com o sonho de ser a primeira mulher em Marte, mas abandonou essa ideia e acabou por se apaixonar pela escrita. Estudou nas universidades de Cambridge e de Oxford, e tem recebido vários prémios de poesia e dramaturgia. Já viajou por todo o mundo, do Canadá ao Japão, mas continua a preferir viver em Inglaterra.

Kiran adora escrever na cama ou em cafés. Quando não está a escrever, gosta de dançar todos os tipos de música, de cozinhar e de brincar com o seu gato. A Rapariga Que Lia as Estrelas é o seu primeiro romance.​

sábado, 15 de outubro de 2016

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Os motivos]


As leituras continuam a avançar e, por isso, chegou a altura de enviar mais um livro à Denise. 

Desta vez tinha um livro já escolhido, mas no último momento, mudei. 

Assim acabei por lhe enviar o seguinte livro:

Teia de Mentiras

Teia de Mentiras
Heather Gudenhauf

Motivos

Envie este livro porque seria ideal para um desafio literário a que a Denise se comprometeu este ano. Para além disso, tanto eu como ela, este ano estamos a apostar imenso neste género literário o que nos torna mais exigentes na nossa avaliação, e como tenho alguma curiosidade por ver a opinião dele em relação a este enredo, acabei por lhe dar prioridade.
Espero que seja uma boa leitura. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Palavras Memoráveis


O amor transbordava, vinha por fora, a cada vez que ele era ele, e que ela era ela, a seu lado. Bastava que, em efectivo girasse o mundo e existissem os dois para que o amor dela, por ele, transbordasse.

Célia, Loureiro Correia, O funeral da nossa mãe

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Palavras Memoráveis


Se havia coisa que devia ter aprendido na adolescência, mas não chegara a fazê-lo, era que a vida tem sempre caminhos alternativos aos poucos problemáticos e que quando as coincidências acontecem, tantas vezes são para complicar e não para resolver. 
Célia Loureiro Correia, O funeral da nossa mãe

Projeto Conjunto | Empréstimo Surpresa [Desafio]


Aqui está o mais recente desafio da última leitura para o meu projeto conjunto com a Denise do blog Quando se abre um livro. 

Cá está ele:

Preenche cada tópico com o título de uma crónica. Se preferires podes justificar as tuas escolhas ou explicar que assuntos são tratados nas crónicas.

Uma crónica de que gostei
Mobilizar os jovens - o que mais gostei nesta crónica foi pelo facto de nos dar a conhecer que os jovens têm ideias e que podem fazer algo positivo pelo mundo que habitam. 

Uma crónica que me fez pensar
Ler com esforço - Eu nunca li com esforço, mas reconheço que, hoje em dia, muitas crianças e jovens se sentem obrigadas a ler só porque têm de o fazer para a escola. Esta crónica fez-me pensar que é cada vez mais importante transmitir a magia da leitura o mais cedo possível. É importante fazer com que as crianças se apaixonem pelo mundo encantado dos livros e que ler se torne um prazer como qualquer outra brincadeira.

Uma crónica que me deixou triste
Vigílias contra a violência doméstica - Já não me devia impressionar quando me cruzo com os números, mas o que acontece é que fico sempre triste quando me cruzo com esta temática. É urgente promover as relações positivas no seio familiar e no seio do casal. É urgente semear amor e respeito pelo outro para que este tipo de caso assuma valores menos assustadores.

Uma crónica que me entusiasmou
A terapia com a família - Eu sou apaixonada pelo contexto de  terapia familiar. Um dos meus sonhos, um dia, é fazer o curso de Terapeuta Familiar da Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar. Por este motivo, bebi cada palavra desta crónica e estimulou o meu sonho. 

Uma crónica de que não gostei
A alienação parental - Aquilo que não gosto é do tema da crónica. Acho muito triste que, muitos pais, se preocupem mais com os seus interesses do que o bem estar dos seus filhos. É ridículo.

Uma crónica que me revoltou
As perturbações mentais são frequentes -  A saúde do nosso sistema de saúde no que toca à sua mental está demasiado fragilizada... Há tanto por fazer e tão pouca vontade por parte daqueles que nos governam que arrepia. Mas é um facto, os investimentos em saúde mental não se traduzem em votos nas urnas durante os momentos eleitorais. 

Uma crónica que me provocou curiosidade
Agosto cm Canadá - Fiquei com curiosidade em relação ao livro que é referido nesta crónica. O livro é Canadá de Richard Ford. 

Uma crónica que gostarias de partilhar com alguém
O ensino de Os Lusíadas - Acho que esta crónica deveria ser lida por muitos professores de Língua Portuguesa. É necessário tornar as aulas mais cativantes e fazer com que os nossos jovens gostem dos clássicos da nossa língua.

Uma crónica que me deu esperança
A falta de psicólogos - É muito importante reconhecer que nós fazemos falta. Tenho esperança de que, quando mais mostrarmos esta necessidade, as mudanças comecem a surgir. 
Esta crónica também me despertou curiosidade para a sugestão de leitura. Assim, mais um livro foi para a wishlist Purity de Jonathan Franzen.

Denise, gostei muito do desafio. Foi ótimo para ir fazendo e pensado sobre ele ao longo das leituras.
Se tiverem curiosidade em ler estas crónicas, elas estão disponíveis aqui.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Portefólio | Diário Pessoal 2


Estou um bocadinho atrasada nos meus diários, mas a vida tem-se colocado pelo meio e nem sempre tenho vontade de escrever.

No módulo 2 foram abordados os conteúdos relacionados com as nossas crenças. No fim, para refletir ficaram as seguintes perguntas:

Tens alguma ideia irracional? Como a enfrentas?
És uma pessoa racional ou emocional?
Consideras-te otimista, pessimista ou realista?
Marcam-te muito os fracassos?
Como vês o copo: meio cheio ou meio vazio?

Estas questões levaram-me algumas horas do meu tempo livro. Foi difícil pensar sobre elas e olhar para dentro de mim própria à procuras das respostas mais sinceras. 

Ideias irracionais, quem não as tem? As minhas estão muitas vezes relacionadas com as minhas relações interpessoais (pensar que pessoa X ou Y não gosta de mim, sem ter motivos concretos ou então ter motivos que são magicados pela minha cabeça tendo em conta alguma atitude da outra pessoa para comigo). Para além disso, sou muito cruel comigo própria. Não me acho suficientemente boa para algumas questões e levanto sempre mil e uma situações que me fazem pensar que alguém é melhor do que eu e que merece receber mais do que eu. 
Sinto muita dificuldade em lidar com estas ideias. Na minha cabeça, elas tornam-se racionais, consomem-me os nervos, deixam-me triste, zangada e frustrada... Isto faz com que me afaste das pessoas, faz com tenha diálogos mais azedos... É horrível porque fico numa tremenda sessão de mau estar. Ultimamente tenho tentado desconstruir estas ideias e mostrar a mim própria que elas não têm fundamento. Tenho procurado dar algum espaço a mim própria para não ficar absorvida por elas e não deixar que elas ocupem tudo à minha volta. 

Dependendo da situação posso ser racional ou emocional, mas sou mais emocional. Sou muito emotiva, sinto as coisas muito intensamente e quando me apelam ao meu lado emocional é muito complicado eu conseguir desligar-me das coisas. Quando exercia a minha atividade profissional procurei ser mais racional e prática, não podia carregar o mundo negro dos outros às minhas costas. É importante conseguir separarmos as coisas para não nos criar sofrimento adicional.

Já fui otimista. Aliás já fui muito otimista. Eu era sempre aquela pessoa que "empurrava" os outros para a frente. Já fui um pequeno furacão de entusiasmo e vontade de ir à luta e nunca desistir. Atualmente, sou mais pessimista e realista. Infelizmente, as últimas vivências pessoais têm-me retirado esta garra que sempre identificaram em mim. Sinto-me perdida, frustrada e, por vezes, triste. 

Isto já faz antever a minha resposta à pergunta seguinte. Sim, os fracassos marcam-me imenso. Principalmente, aqueles que têm acontecido nos últimos 3 anos. Quando era mais otimista, sempre que algo corria mal, carpia o que tinha a carpir (algo rápido), arregaçava as mangas e o furacão voltava a ganhar força. Agora... É muito difícil para mim erguer-me e seguir em frente. (Ando uma chata, resingona e negativista do pior -  ou seja, estou muito difícil de aturar).

Para terminar, e por tudo o que fui expondo, o meu copo anda mesmo meio vazio. Resta-me a leve esperança de o querer encher e vê-lo novamente a transbordar. 

Opinião | "Sala de Espera" de Daniel Sampaio

Sala de Espera
Classificação: 5 Estrelas

Fiquei muito contente quando abri o envelope e encontrei este livro à minha espera. Desta vez, a Denise acertou em cheio.
Admiro e tento seguir o trabalho desenvolvido pelo Professor Daniel Sampaio. Identifico-me com as ideias que ele defende acerca da intervenção com família e jovens. Para além disso, acho que ele tem um visão muito clara e bem definida do mundo e daquilo que se vai fazendo (ou não) no nosso país.

Achei muito curioso o título deste livro, Sala de Espera, isto porque, na altura em que recebi formação para o estágio curricular, uma das indicações que nos deram foi que a consulta começa logo na sala de espera onde vamos receber as pessoas. É muito importante a nossa observação inicial. E foi assim, que com este título, muitas memórias foram ativadas (memórias das boas).

Este livro não tem nada de técnico. Aqui podem encontrar um conjunto vasto de reflexões acerca de vários temas. O Professor Daniel Sampaio apresenta-nos a sua visão acerca dos jovens de hoje, dos pais, da desproteção às crianças, da cultura e da atualidade que vai preenchendo os seus dias. Em algumas crónicas ainda somos presenteados com opiniões a livros e filmes que inspiram a vida deste profissional.

É um ótimo livro para sair da rotina de leituras mais densas ou de temas que se tornam um lugar comum nas nossas listas. Qualquer pessoa pode, e deve, ler o livro. Com esta leitura vão pensar e refletir sobre temas que, muitas vezes, nos passam ao lado no nosso quotidiano intenso. De certeza que irão encontrar novas perspetivas para diversos temas. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Maratona Cineverão | Balanço


A maratona chegou ao fim e está na hora de fazer o balanço. 
Quando decidi participar sabia, à partida que não iria conseguir completar todo o Bingo. Eu não vejo muitos filmes e, muitas vezes, quando deparada com tempo livre e a possibilidade de escolher entre ler e ver um filme, a leitura acaba sempre por ganhar.

Apesar disso, adorei participar. Esta maratona ateou o meu interesse pelo mundo do cinema. Fez-me pesquisar filmes que passaram a integrar uma enorme lista de filmes que quero ver num futuro próximo. 

As minhas últimas palavras são para agradecer à Catarina do blog Sede de infinito por esta ideia maravilhosa. Espero por mais iniciativas deste género.

Ficam aqui os filmes vistos:

Lista de filmes com opinião
  1. Presos no paraíso (2014)
  2. You're not me (2014)
  3. Divertida mente (2015)
  4. Em parte incerta (2014)
  5. Ida (2013)
  6. Anna Karenina (2012)
  7. A Bela e o Montro (1991)
  8. Belle (2013)
  9. Dá tempo ao tempo (2013)
  10. Brave (2012)
  11. Ata-me (1989)
  12. Testemunho de Juventude (2014)
  13. As sufragistas (2015)
  14. If I stay (2014)
  15. Intouchables (2011)

domingo, 2 de outubro de 2016

Maratona Cineverão | Intouchables


15º filme
Categoria: Top 250 IMDb
Classificação: 9/10 Estrelas

Intouchables foi uma sugestão da Denise do blog Quando se abre um livro para a categoria de Top 250 IMDb. Durante a minha pesquisa para encontrar filmes para cada categoria, cruzei-me com outros que aqui encaixavam que estava com maior curiosidade em ver. Porém, no domingo passado, o filme passou na SIC e acabei por vê-lo. 

Este filme conta-nos a estória de um homem tetraplégico e de um jovem negro que vive à margem da sociedade e que prefere viver do subsídio de desemprego do que conseguir um trabalho. 

Por ironia do destino, a vida destes dois homens cruza-se e começando com um desafio, o jovem  Driss torna-se o cuidador de  Philippe. É delicioso ver a interação entre eles e ver a forma como cada um vai contribuir para mudanças significativas na forma como eles decidem encarar as circunstâncias da vida e em como decidem vivê-la.

Baseado numa estória verídica, este filme é uma verdadeira fonte inesgotável de aprendizagens. A forma como se criam e estabelecem relações e a sua grande influência na nossa forma de encarar a vida e os seus múltiplos desafios é dos aspetos mais cativantes do filme. De facto, a nossa atitude perante a relação com o outro é uma ferramenta capaz de mudanças recíprocas.

Acho que é um filme capaz de agradar a todos tipos de público porque nos traz temáticas como: mudança, entrega, relação, superação e de amizade. No fundo, são temas com os quais grande parte das pessoas se irá conseguir identificar.

sábado, 1 de outubro de 2016

Quem chegou? | Setembro

Em setembro chegaram mais uns livrinhos à minha estante. Um deles é o mais especial de todos e ocupará sempre um lugar privilegiado na minha estante e no meu coração. 

Aqui estão os novos habitantes:

Empréstimo

Sala de Espera

Oferta Editora
Sissi - Coragem até ao Fim (Sisi, #2)

Um grande obrigada à Topseller por me permitir a leitura de um livro que narra a estória de uma personalidade da qual tenho curiosidade.

Presente
A Sombra de um Passado

Divulgação | "Sissi: coragem até ao fim" de Allison Pataki

Sissi - Coragem até ao Fim (Sisi, #2)

Título: Sissi: coragem até ao fim
Edição: Setembro de 2016
Autora: Allison Pataki
Editora: Topseller
Preço: 21.98 €

«A história magnífica da mulher que lutou incansavelmente para manter um império.» Publishers Weekly

Sissi foi a imperatriz mais marcante no imaginário popular, imortalizada no cinema por Romy Schneider.

Este romance, inspirado em acontecimentos reais, recorda uma das mulheres mais fortes e desafiadoras de todos os tempos.



Sobre o livro:
Em meados do século XIX, a imperatriz Isabel da Áustria-Hungria — carinhosamente conhecida pelo povo como Sissi — já não é a menina ingénua e inocente de 15 anos que casou com o imperador Francisco José, mas a mãe do príncipe herdeiro e a mulher do líder de um poderoso império.

Sissi vive, no entanto, sufocada pelas regras do protocolo real e por um casamento turbulento, e por isso viaja com frequência para a sua propriedade na Hungria, o refúgio onde vive segundo as suas próprias regras e onde pode receber as visitas do conde Andrássy, por quem se apaixonou.

Contudo, trágicas notícias que chegam de Viena vão obrigá-la a regressar e a enfrentar a realidade que tanto a afugenta. Conseguirá Sissi vencer as inúmeras adversidades, as provações do amor e o sentimento de perda e continuar a ser uma imperatriz dedicada?

Estará ela à altura do desafio de manter a sua família unida e o seu direito ao trono?

Imagem intercalada 1

Allison Pataki junto da estátua de Sissi, situada no Funchal.

Sobre a autora:
Allison Pataki é autora de romances históricos, bestseller do New York Times. Formada com distinção na Universidade de Yale, com especialização em inglês, dedicou-se durante vários anos à escrita para televisão e para agências de notícias online.

Allison é colaboradora regular do Huffington Post e da FoxNews.com, e é membro da Historical Novel Society, uma associação literária dedicada à promoção e divulgação da ficção histórica.

Saiba mais sobre a autora em www.allisonpataki.com.